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Novas abordagens celulares e moleculares para identificação do mecanismo de ação do hormônio tireoidiano no controle da perda da massa muscular no diabetes experimental

Processo: 25/29155-9
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Data de Início da vigência: 01 de fevereiro de 2026
Data de Término da vigência: 31 de janeiro de 2028
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Maria Tereza Nunes
Beneficiário:Armando Ribeiro Florido Neto
Instituição Sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:25/18477-5 - Papel do hormônio tireoidiano no controle da massa muscular no diabetes mellitus experimental: novas concepções e potencialidades terapêuticas, AP.R
Assunto(s):Diabetes mellitus   Estresse do retículo endoplasmático   Hormônios tireóideos   Inflamação   Insulina   Proteólise   Fisiologia endócrina
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:diabetes mellitus | estresse do retículo endoplasmático | hormônio tireoidiano | Inflamação | Insulina | proteólise | Fisiologia Endócrina

Resumo

O músculo esquelético (ME) compreende aproximadamente 40% da massa corporal e exerce um papel central no metabolismo dos carboidratos, proteínas e na regulação da glicemia. Demonstramos que ratos induzidos ao Diabetes Mellitus (DM), por aloxana, apresentam hipotireoidismo e elevada expressão de citocinas pró-inflamatórias no ME, as quais promovem Resistência à Insulina (RI), estresse de reticulo endoplasmático (ERE), ativação de vias proteolíticas, levando à redução da sua massa, prejudicando sua capacidade funcional e a qualidade de vida. O tratamento com hormônio Tireoidiano (HT) reduziu a glicemia, as citocinas inflamatórias e aumentou a sensibilidade à insulina; e quando se associou insulina (3U) ao HT, esses parâmetros retornaram aos valores do rato não diabético. Sendo o ME alvo desses dois hormônios e fundamental para a saúde metabólica, pretendemos utilizar esse mesmo modelo (DM), para avaliar no ME: (1) a sinalização do HT, antes e após sua administração, associado ou não à insulina, e suas repercussões sobre a expressão de: (2) IGF1/mTOR/AKT e NFkB/FOXO/Atrogina-1(MAFbx)/MURF1, implicadas na síntese e catabolismo proteico, respectivamente; (3) receptores ¿2 adrenérgicos, envolvidos na atenuação do catabolismo proteico, e cuja expressão é aumentada pelo HT; (4) proteínas relacionadas ao ERE (PERK, IRE1¿, ATF-6, XBP1, CHOP, ATF4 e GRP78/Bip); (5) produtos finais de glicação avançada (AGEs) e (6) receptor de ativação expresso em células mieloides-2 (TREM2), que é um regulador negativo da liberação de citocinas inflamatórias e regulado positivamente pelo HT. A expectativa é que esse estudo revele o papel do HT no ME nessa condição, e a potencialidade terapêutica deste tratamento sobre a massa muscular, abrindo espaço para futuro uso de tiromiméticos (AU)

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