| Processo: | 10/11544-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Antônio Pazin Filho |
| Beneficiário: | Renan Rocha Memoria |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Sepse Choque séptico Proteínas da fase aguda Orosomucoide |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | alfa-1-glicoproteína ácida | Emergência | proteína de fase aguda | sepse | Emergência Clínica |
Resumo Introdução: A sepse é uma síndrome de elevada morbi-mortalidade, que ocorre devido a uma resposta inadequada do organismo do paciente frente a um quadro infeccioso. Na evolução deste quadro, há falência na migração leucocitária, impedindo o controle local da infecção. Estudos sugerem que uma proteina de fase aguda, isolada em soro de pacientes sépticos esteja envolvida nesse deficit da ação dos leucócitos. Sugere-se que esta proteina, a Alfa-glicoproteína ácida (AGP), possa vir a ser um marcador diagnostico e prognóstico de uso rotineiro na prática clínica. Um ponto importante desta proteína é sua meia-vida longa em pacientes normais, conferindo alterações em situações agudas um caráter marcador importante. Resultados preliminares apontam comportamento diferenciado da AGP em diversos estágios da sepse (sepse e choque séptico). Como estes estágios podem refletir a evolução temporal do processo séptico, torna-se imperativo descrever o comportamento da AGP em função do tempo neste contexto.Objetivo: Determinar a evolução temporal dos níveis de AGP em pacientes com Sepse.Métodos: Estudo de coorte prospectivo em pacientes que preencham os critérios de sepse. Serão constituídos dois grupos de pacientes admitidos na Sala de Urgência de Hospital Terciário: Grupo I - pacientes com sepsis grave (sem choque) e Grupo II - pacientes com choque séptico. Serão obtidas amostras séricas para dosagem de AGP na admissão (1ª amostra), na 8ª hora da manhã do dia seguinte (ou do mesmo dia caso a admissão tenha ocorrido na madrugada) (2ª amostra), 24 horas (3ª amostra) e 120 horas (4ª amostra) da segunda amostra, e após cada semana de internação (demais amostras).Tamanho amostral: Baseado em estimativas de projeto em andamento (Processo FAPESP 2009/00734-9), documenta-se diferença da ordem de 60 mcg/dl entre o grupo com sepse grave e choque séptico. Baseado nesta diferença estima-se que um número de 20 pacientes em cada grupo será suficiente os objetivos do trabalho, com poder estatístico de 80% e erro tipo alfa de 5%.Análise dos dados: As variáveis contínuas serão expressas em mediana e intervalo interquartil e as variáveis categóricas em número e porcentagem. A comparação será realizada entre grupos nos diversos momentos com teste não-paramétrico de Kruskall-Wallis ou teste de qui-quadrado, conforme apropriado. Para análise de medidas repetidas, será utilizada a regressão linear utilizando-se o nível de AGP em cada momento para cada paciente. O coeficiente beta obtido desta regressão será comparado entre os grupos pelos testes descritos. | |
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