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Desenvolvimento de biossensor de glucose oxidase usando eletrodo de ouro modificado por monocamadas autoorganizadas de tióis. redução enzimática de nitrocompostos

Processo: 06/00763-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2006
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2006
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Analítica
Pesquisador responsável:Silvia Helena Pires Serrano
Beneficiário:Glaucia Freitas Menino
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Nitrofuranos

Resumo

Neste projeto serão desenvolvidos biossensores contendo glicose oxidase para trabalho em meio estritamente anaeróbico, aproveitando a capacidade da enzima de gerar radicais livres na presença de glicose e um nitrocomposto, este último, usado como aceptor de elétrons no lugar do oxigênio molecular. A idéia central é verificar se a geração enzimática, em meio aquoso, ocorre em potenciais próximos àqueles, previamente obtidos, via eletroquímica. Para tentar gerar estes radicais em meio aquoso, optou-se por um processo de imobilização que crie um ambiente menos hidrofóbico na superfície do biossensor. O processo escolhido para imobilização enzimática foi então a imobilização covalente sobre eletrodos de ouro modificados por camadas auto-organizadas de tióis e as atividades experimentais propostas encontram-se previstas no Projeto Temático intitulado “Antichagásicos potenciais de compostos nitroheterocíclicos” (Processo Fapesp número 2001/01192-3), coordenado pela Profa. Dra. Elizabeth Igne Ferreira (Faculdade de Ciências Farmacêuticas – USP), tendo a Profa. Dra. Silvia Helena Pires Serrano como coordenadora do Subprojeto de Eletroquímica.

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