| Processo: | 00/02558-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2000 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2000 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Eurico de Arruda Neto |
| Beneficiário: | Rodrigo Ivo Marques dos Santos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 95/09692-2 - Meningites por enterovírus: estudos de patogênese, imunidade e prevalência em Ribeirão Preto, AP.JP |
| Assunto(s): | Enterovirus Isolamento viral |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Echovirus | Enterovirus | Isolamento Viral | Piconarvirus | Shell Vial |
Resumo O presente projeto visa desenvolver um ensaio para isolamento de enterovírus pela técnica de "shell vial" e compará-lo com RT-PCR e isolamento em cultura convencional de células. Os métodos atualmente disponíveis para isolamento de enterovírus são trabalhosos, requerendo o uso de combinações de culturas de células de diferentes linhagens e inoculação em camundongos lactentes para atingir níveis satisfatórios de sensibilidade. A técnica de RT-PCR é muito sensível e tem aplicabilidade prática para diagnosticar essas infecções. Todavia, quando é importante obter-se isolados de enterovírus viáveis para estudo de caracterização fenotípica e genotípica, a técnica de RT-PCR sozinha é limitada. Além disso, a técnica de "shell vial" reduz o tempo necessário e a sensibilidade da detecção de vírus quando comparada com isolamento em monocamadas de células por desenvolvimento de efeito citopático. Portanto, é possível supor que a técnica de "shell vial" poderá aumentar as chances de obtermos isolados de enterovírus a partir de amostras clínicas para análise fenotípica e genotípica. Utilizaremos estoques pré-titulados de exemplares de vírus coxsackie A e B, echovírus e enterovírus numerados (68-71) para desenvolver o método, compará-lo-emos com RT-PCR e isolamento convencional e, posteriormente, aplicaremos o ensaio a amostras clínicas de pacientes com suspeita de infecção por enterovírus. (AU) | |
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