| Processo: | 01/06002-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2001 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2002 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal |
| Pesquisador responsável: | Marco Antonio Alvarenga |
| Beneficiário: | Renata Segismundo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Indução da ovulação Estradiol Éguas |
Resumo Na espécie equina há um grande intervalo entre o início do cio e a ovulação. Para o desenvolvimento de programas de transferência de embriões e IA com sêmen resfriado e congelado se faz necessário a indução e sincronização de ovulações, a fim de aumentar os índices de fertilidade, ou ainda minimizar o número de doses inseminantes por ciclo, reduzindo os custos. A indução de ovulação em éguas vem sendo amplamente utilizada, através de tratamentos hormonais, baseados na aplicação de agentes indutores de ovulação como: hCG, GnRH, EPE e PGF2alfa. O estradiol, hormônio rotineiramente utilizado na indução e sincronização de ovulação em vacas, pode ser uma nova alternativa para a espécie equina, visto que tem um baixo custo em relação aos outros hormônios e não induz resposta imune como ocorre com o uso sucessivo de hCG e, além disso não interfere na ciclicidade das éguas, o que pode ser observado com o GnRH. Serão realizados três tratamentos, em éguas ciclando com folículo de 30mm: administração de água destilada, 5mg e 10 mg de cipionato de estradiol (intramuscular), grupos 1; 2 e 3, respectivamente, com o objetivo de induzir a ovulação. (AU) | |
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