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Transportes e balanço de carbono na Amazônia

Processo: 10/03674-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2010
Vigência (Término): 30 de junho de 2013
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências
Pesquisador responsável:Humberto Ribeiro da Rocha
Beneficiário:Monica Tais Siqueira D'Amelio Felippe
Instituição-sede: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:08/58120-3 - Carbon tracker and water availability controls of land use and climate changes, AP.PFPMCG.TEM
Assunto(s):Mudança climática   Sustentabilidade   Carbono   Amazônia

Resumo

A maior floresta tropical do mundo é a Amazônia, que possui a maior reserva de carbono orgânico na biomassa aérea, 15% da água doce mundial e 25% da biodiversidade terrestre. Entender o balanço de carbono na Amazônia é de alta estratégia, ao prover o entendimento de processos intrinsecamente vinculados à variabilidade climática, e subsidiar políticas públicas de sustentabilidade ambiental e adaptação às mudanças climáticas globais no Brasil. Devido ao desconhecimento de uma série de processos naturais, o desmatamento e a mudança no uso do solo alteram recorrentemente as condições de investigação. Estudos prévios ainda não são conclusivos e geram expressiva divergência, devido aos erros potenciais e limitações espaciais das estimativas. Esta proposta, vinculada ao Projeto Temático Fapesp Carbon Tracker and Water availability: controls of Land Use and Climate Change (FAPESP 08/58120-3), propõe estimar e interpretar o balanço de CO2 sobre a bacia Amazônica em escala continental, por meio de medidas de alta precisão e modelagem numérica, para aumentar o entendimento do balanço de carbono regional. A abordagem assimilará dados de perfis verticais de CO2 em cinco locais de amostragem (Tabatinga, Rio Branco, Santarém, Rondônia e Cuiabá) e três locais da costa (Kourou, Bragança e Arembepe), que permitirão condições de várias frentes fronteiriças, e integrar regionalmente grandes áreas, provendo uma representatividade ainda nunca obtida em estudos desta natureza para prover aos modelos condições de estimar o balanço regional. Para atingir o objetivo desta proposta serão utilizados os sistemas de modelamento Carbon Tracker para a região Amazônica, e do modelo Flexpart para o gás CO2, em colaboração com a agência NOAA/ESRL dos EUA. (AU)