| Processo: | 05/00753-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2005 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2006 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Transportes - Operações de Transportes |
| Pesquisador responsável: | João Alexandre Widmer |
| Beneficiário: | Leandro Pugliesi de Souza |
| Instituição Sede: | Escola de Engenharia de São Carlos (EESC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Caminhões Tração Freios Velocidade Rodovias Tráfego rodoviário |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aclive Rodovias | Declive Rodovias | Fade Em Freios | Frenagem Caminhoes | Trafego Caminhoes | Velocidade Caminhoes | Veículos rodoviários de carga |
Resumo As Combinações Veiculares de Carga - CVC possuem como um dos parâmetros de regulamentação, exigidos pelo Conselho Nacional de Trânsito - Contran, órgão governamental responsável pelo estabelecimento das normas regulamentares referidas no Código de Trânsito Brasileiro - CTB, a Capacidade Máxima de Tração - CMT. A CMT é um parâmetro determinado pelo fabricante de uma unidade tratora através da análise de resistência das principais peças mecânicas, como Caixa de Mudanças, Eixo Cardan e Diferencial, responsáveis pela transmissão da força tratora, gerada no motor, aos eixos tratores. A Resolução Nº 68/98 do Contran, estabelece que deve haver compatibilidade entre o limite da CMT da unidade tratora e o Peso Bruto Total Combinado - PBTC. Já no CTB, no artigo 62, diz: A velocidade mínima não poderá ser inferior à metade da velocidade máxima estabelecida, respeitadas as condições operacionais de trânsito e da via. A Resolução Nº 777 do Contran, estabelece condições de frenagem motora compatíveis com as normas européias definidas na ECE-R13 também incluídas nas NB 1253 e 1255 da ABNT. O presente trabalho questiona a eficácia do parâmetro CMT frente aos aspectos de segurança e fluidez do tráfego de CVC em rodovias, analisando aspectos técnicos da mecânica de locomoção das unidades tratoras e as exigências técnicas do CONTRAN. Uma vez que a garantia de resistência mecânica de um caminhão não determina seu bom ou mau desempenho numa rodovia, tal questionamento é cabível e oportuno. A insuficiência na relação tração/PBTC de uma parte expressiva da frota brasileira de caminhões e unidade tratoras de CVCs provoca a formação de filas nas rodovias, em trechos de aclives e declives longos, devido às baixas velocidades de operação desses veículos comprometendo a segurança e a fluidez do tráfego. O resultado esperado com o presente trabalho é uma demonstração teórica da ineficácia do parâmetro CMT como forma de regulamentação, e a elaboração de um método expedito para que autoridades competentes possam avaliar tecnicamente as condições de compatibilidade de tráfego de veículos de carga com as condições geométricas de trechos rodoviários críticos. (AU) | |
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