| Processo: | 09/17154-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências Sociais Aplicadas - Economia - Economias Agrária e dos Recursos Naturais |
| Pesquisador responsável: | Angelo Costa Gurgel |
| Beneficiário: | Lucas Squarize Chagas |
| Instituição Sede: | Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEARP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Gases do efeito estufa Emissão de gases Uso do solo Biocombustíveis Equilíbrio geral computável Etanol Avaliação do impacto econômico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Emissões de Gases de Efeito Estufa | Etanol | Modelo de Equilíbrio Geral | mudanças no uso da terra | Economia Agrária |
Resumo Tendo em vista o avanço dos biocombustíveis como possíveis substitutos para os combustíveis fósseis e a necessidade de estudos mais amplos a respeito de como se dão os efeitos dessa expansão, a presente proposta de pesquisa tem o objetivo de replicar o modelo utilizado na formulação da Legislação California Low Carbon Fuel Standard (LCFS), que trata das emissões de gases de efeito estufa associados aos biocombustíveis, alterando os parâmetros deste modelo no intuito de representar características da economia brasileira em acordo com a literatura científica. A abordagem utilizada será a de equilíbrio geral computável, por meio do modelo Global Trade Analysis Project (GTAP), o mesmo usado pela LCFS, para avaliar os impactos provocados pela mudança do uso da terra resultantes da expansão dos biocombustíveis, em especial se o aumento da produção de etanol no Brasil tem efeitos consideráveis no uso da terra com o avanço de áreas agrícolas sobre florestas e pastagens, como apontado no LCFS, mesmo quando se consideram aspectos negligenciados naquela legislação, como: elevado potencial de ganhos de produtividade na produção pecuária, produtividade elevada de novas áreas agrícolas, entre outros. Com isso, espera-se chegar a resultados mais realistas e avaliar as potencialidades do etanol de cana-de-açúcar brasileiro em termos de redução das emissões de gases do efeito estufa (GHG - Greenhouse Gases), bem como os possíveis impactos econômicos resultantes da expansão da demanda mundial por essa fonte de energia. (AU) | |
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