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Imunoexpressão de VEGF, TGFA e Cbfa1 no reparo ósseo após a aplicação do ultra-som pulsado de baixa intensidade ou do laser terapêutico de baixa potência

Processo: 09/16920-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2010
Vigência (Término): 30 de abril de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Ana Claudia Muniz Renno
Beneficiário:Renan Hideki Higashi
Instituição-sede: Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil
Assunto(s):Osso e ossos   Defeitos ósseos

Resumo

Fraturas de difícil consolidação e fraturas com não-união óssea são comumente encontradas na prática médica e estão associadas a altos índices de morbidade e mortalidade. Dentro deste contexto, recursos biofísicos e bioquímicos têm sido estudados na tentativa de minimizar o tempo de consolidação óssea. Dentre estes, podem ser destacados o uso do ultra-som pulsado de baixa intensidade (US) e do laser terapêutico de baixa potência (LLLT). Vários estudos sugerem que ambos os recursos são capazes de estimular a proliferação de osteoblastos e a osteogênese no local da fratura, promovendo uma maior deposição de massa óssea e acelerando o processo de consolidação. No entanto, apesar de existir uma série de evidências radiográficas e biomecânicas da efetividade do US e do LLLT no processo de regeneração óssea, os mecanismos celulares e moleculares envolvidos nestes eventos são amplamente desconhecidos. Com isso, este projeto tem o objetivo de analisar os efeitos do US e do LLLT na expressão de fatores de crescimento e diferenciação celular durante o processo de consolidação em defeitos ósseos induzidos em tíbias de ratos. Este trabalho irá utilizar ratos machos da linhagem Wistar, com três meses de idade (peso corporal médio de 250-300), que serão submetidos a cirurgia para a confecção de defeitos ósseos nas tíbias. O defeito ósseo será induzido através de uma broca odontológica. Os animais serão divididos nos seguintes grupos: grupo controle defeito ósseo, grupo defeito ósseo tratado com US e grupo defeito ósseo tratado com LLLT. Todos os grupos serão divididos em 2 subgrupos, compostos por 10 animais cada. Assim serão formados os subgrupos A (constituído por animais que serão submetidos a 3 sessões de tratamento) e B (constituído por animais que serão submetidos a 6 sessões de tratamento). Cabe ressaltar que, os animais do grupo controle intacto também serão sacrificados nos mesmos intervalos de tempo dos grupos tratados. Os protocolos de tratamento, com US e com LLLT, terão inicio 24 horas após o procedimento cirúrgico e serão realizados a cada 48 horas. A eutanásia dos animais acontecerá 24 horas após a última sessão de tratamento. Para avaliação e comparação dos efeitos dos tratamentos no processo de consolidação óssea, serão feitas análises histológicas, histomorfométricas, microscopia eletrônica de varredura, testes biomecânicos e análises imunohistoquímicas (para verificar a expressão dos fatores VEGF, TGF e Cbfa1). Os dados serão analisados por meio de técnicas descritivas, pela análise de variância (ANOVA) e nos casos significantes, o teste de Duncan será utilizado para discriminar as diferenças. Para as conclusões das análises estatísticas será utilizado o nível de significância de 5% (pd0,05).