| Processo: | 01/10698-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2002 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2004 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Taxonomia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Carlos Eduardo de Mattos Bicudo |
| Beneficiário: | Silvia Maria Mathes Faustino |
| Instituição Sede: | Instituto de Botânica. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 98/04955-3 - Flora ficologica do estado de sao paulo., AP.BTA.TEM |
| Assunto(s): | Algas de água doce Staurastrum Botânica (classificação) Florística Biodiversidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Agua Doce | Biodiversidade | Staurastrum | Taxonomia |
Resumo Os estudos de algas no Brasil datam de pouco mais de 160 anos, mas foi apenas nos últimos 40 que os pesquisadores nacionais assumiram a tarefa de conhecer a diversidade desses organismos no país. Para o estado de São Paulo foram, até o presente, identificados 2.642 táxons de algas, incluindo representantes marinhos e de águas continentais. Tal cifra constitui, entretanto, 45 a 50% da diversidade total estimada para o grupo. O conhecimento atual da diversidade do gênero STAURASTRUM no estado de São Paulo ainda é demasiadamente pequeno, apesar de existir aproximadamente 106 táxons listados em 26 publicações. A área geográfica abrangida por estes trabalhos é muito restrita e corresponde, basicamente, às regiões dos municípios de São Paulo e adjacências, mal alcançando 2 ou 3% da área total do estado. Pretende-se, atualmente, realizar o inventário florístico do gênero STAURASTRUM no estado de São Paulo através da identificação de todas as espécies, variedades e formas taxonômicas que ocorram nas quase 3.000 amostras que compõem parte do acervo do Herbário Científico do Estado "Maria Eneyda P. Kauffmann Fidalgo" (SP) do Instituto de Botânica. As identificações serão, sempre que possível, providenciadas a partir da análise de pequenas populações, tentando interpretar o que sejam variações intra e interpopulacional e, com isso, conhecer quais características morfológicas são confiáveis para definição e delimitação das categorais taxonômicas do gênero. (AU) | |
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