| Processo: | 05/52257-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2005 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2007 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - História - História do Brasil |
| Pesquisador responsável: | Vera Lucia Amaral Ferlini |
| Beneficiário: | Pablo Oller Mont Serrath |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 04/10367-0 - Dimensões do Império Português: investigação sobre as estruturas e dinâmicas do Antigo Sistema Colonial, AP.TEM |
| Assunto(s): | Sociedade colonial Período Colonial (1500-1822) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Administracao Colonial | Brasil Colonial | Lavoura Canavieira | Sao Paulo Colonial | Sao Paulo Restauradora | Sociedade Colonial |
Resumo Na América portuguesa, a partir da segunda metade do século XVIII, foi marcante a política de maior centralização administrativa no esforço de manter e expandir o domínio colonial. As medidas adotadas a partir do consulado pombalino não cessaram com a ascensão de Dona Maria, em 1777, nem com o Príncipe Dom João, a partir de 1792. Pode-se dizer que com Martinho de Mello e Castro e Dom Rodrigo de Souza Coutinho ocorreu, no plano colonial, certa aceleração do processo iniciado por Sebastião José de Carvalho e Mello. Caso exemplar das diretrizes adotadas a partir da segunda metade do século XVIII foi a restauração de São Paulo enquanto capitania-geral, em 1765, visando não só as necessidades de conquista territorial, defesa das fronteiras e centralização administrativa mas, igualmente, O estímulo e desenvolvimento econômico da capitania. Na tarefa de incrementar a agricultura exportadora, a Coroa portuguesa dependeu da elite colonial paulista, possuidora de riqueza anteriormente acumulada nos negócios de abastecimento das regiões extratoras de metais e pedras preciosas. Esta pesquisa visa estudar a relação entre esta elite colonial e os diferentes governadores e capitães-generais da capitania de São Paulo, enquanto agentes das decisões e do poder régio, durante o período de formação e consolidação da produção açucareira paulista voltada para o mercado externo. (AU) | |
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