Texto completo
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| Autor(es): |
Guilherme Pinho Meneses
Número total de Autores: 1
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| Tipo de documento: | Dissertação de Mestrado |
| Imprenta: | São Paulo. |
| Instituição: | Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH/SBD) |
| Data de defesa: | 2014-12-15 |
| Membros da banca: |
Stelio Alessandro Marras;
Jose Guilherme Cantor Magnani;
Theophilos Rifiotis
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| Orientador: | Stelio Alessandro Marras |
| Resumo | |
O objetivo geral deste trabalho é cartografar as práticas e experiências que ancoram os discursos dos diversos actantes em torno da questão da dependência de videogames. O intuito é simular, ainda que de forma provisória, um parlamento das coisas (LATOUR, 1994) acerca dos debates sobre o assunto. Por meio de uma investigação das práticas e discursos de atores humanos e não-humanos, desfazendo as fronteiras entre os chamados mundos reais e virtuais, pretende-se, então, descrever as suas relações em rede. Neste sentido, aqui há uma inversão em relação à maioria dos estudos sobre o tema: o vício não é entendido como uma explicação, mas exatamente o que precisa ser explicado. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 12/09595-4 - Videogame é droga? Controvérsias em torno da dependência de jogos eletrônicos |
| Beneficiário: | Guilherme Pinho Meneses |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |