Texto completo
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| Autor(es): |
Isabella Spatti Cândido
Número total de Autores: 1
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| Tipo de documento: | Dissertação de Mestrado |
| Imprenta: | Campinas, SP. |
| Instituição: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Instituto de Estudos da Linguagem |
| Data de defesa: | 2024-08-30 |
| Membros da banca: |
Charlotte Galves;
Maria Eugenia Lammoglia Duarte;
Aline Peixoto Gravina
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| Orientador: | Charlotte Galves |
| Resumo | |
Este trabalho investiga o sujeito nulo e sua variação com o sujeito pronominal na diacronia do português brasileiro (PB) e português europeu (PE), tendo como base teórica a gramática gerativa. O corpus de investigação é formado por cartas portuguesas de autores nascidos do século XVII ao XIX, cartas brasileiras dos séculos XVII ao XX, bem como atas brasileiras de nascidos no século XVIII. O recuo no tempo se justifica pela observação feita em trabalhos como Coroa (2021,2022) que notam que sinais de uma gramática brasileira parecem emergir antes do século XIX. A partir de autores como Figueiredo Silva (1996,2000), Modesto (2000), Ferreira (2009), Kato, Martins e Nunes (2023) foram investigados no corpus os contextos de restrição ao sujeito nulo no português brasileiro. Os resultados demonstraram que as cartas portuguesas têm alta frequência de sujeitos nulos em todos os séculos. Nas correspondências brasileiras os sujeitos nulos têm alta porcentagem nos séculos XVII, XVIII e XIX, principalmente na 1ª e na 3ª pessoa verbal. No início do século XX, é possível observar um ponto de inflexão. Nas cartas da metade do século XX, os sujeitos nulos têm alta porcentagem, mas podem ser observados claros indícios de competições de gramática (Kroch,1989,1994) que indicam que o PB não é mais uma língua de sujeito nulo consistente como o PE (AU) | |
| Processo FAPESP: | 22/02528-1 - Sujeito nulo e sujeito pronominal: estudo diacrônico em cartas brasileiras e portuguesas dos séculos 17 a 20. |
| Beneficiário: | Isabella Spatti Candido |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |