Busca avançada
Ano de início
Entree

Janes Jorge

CV Lattes GoogleMyCitations ORCID


Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Guarulhos. Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH)  (Instituição-sede da última proposta de pesquisa)
País de origem: Brasil

Professor Associado do curso de graduação e do programa de pós-graduação do Departamento de História da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Realiza pesquisas na área de história ambiental. É autor do livro Tietê, o rio que a cidade perdeu e organizou o livro Cidades Paulistas: Estudos de História Ambiental Urbana. Integra o Conselho Consultivo da Associação Nacional de História, Seção São Paulo desde 2014 e coordenou o GT História Ambiental da ANPUH/SP entre 2014 e 2018.. Atualmente, ocupa a Vice-Direção Acadêmica do Campus Guarulhos da Unifesp (2017-2021). (Fonte: Currículo Lattes)

Auxílios à pesquisa
Bolsas no país
Apoio FAPESP em números * Quantidades atualizadas em 31/10/2020
Colaboradores mais frequentes em auxílios e bolsas FAPESP
Contate o Pesquisador

Este canal da BV/FAPESP deve ser utilizado tão somente para mensagens, referentes aos projetos científicos financiados pela FAPESP.


 

 

 

 

Palavras-chave utilizadas pelo pesquisador
Videos relacionados aos auxílios à pesquisa e bolsas

Entre paredes de concreto


Publicado em 26 de março de 2014 - Pesquisa FAPESP. Quando tempestades caem sobre a cidade de São Paulo, rios e córregos voltam a ser vistos e lembrados, pois empurram para as ruas o excesso de água que não conseguem mais transportar. Neste vídeo produzido pela equipe de Pesquisa FAPESP, especialistas explicam por que a maioria dos cursos d'água da metrópole foram enterrados e comprimidos em túneis de concreto sob ruas e avenidas, e as consequências dessa falta de planejamento. A transformação dos rios paulistas foi intensa e rápida. No início do século XX, os paulistanos se divertiam aos domingos nadando, pescando ou passeando de barco no rio Tietê. A alegria acabou à medida que aumentava a descarga de resíduos das casas e das empresas no rio que na década de 1950 já era, como hoje, um esgoto a céu aberto. "O crescimento populacional, econômico e o mercado de terras fez a cidade caminhar em direção aos rios", diz o historiador Janes Jorge, professor da Unifesp.

Por favor, reporte erros na informação da página do pesquisador escrevendo para: cdi@fapesp.br.
X

Reporte um problema na página


Detalhes do problema: