Busca avançada
Ano de início
Entree

Sergio Morais Lietti

CV Lattes


Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São Paulo. Instituto de Física Teórica (IFT)  (Instituição-sede da última proposta de pesquisa)
País de origem: Brasil

Graduou-se em Bacharelado em Física pela Universidade de São Paulo (1991). Obteve na área de Fenomenologia de Partículas Elementares os títulos de mestre em Física pela Universidade de São Paulo (1994) e doutor em Física pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1998). Ainda na área de Fenomenologia de Partículas Elementares, fez Pós-Doutoramento no Lawrence Berkeley Laboratory, Estados Unidos, no Instituto de Física Teórica da UNESP e no Departamento de Física Matemática do IFUSP. Desde 2004 atua na área de Física Experimental de Altas Energias, sendo membro do projeto SPRACE (Centro Regional de Análise de São Paulo, http://hep.ift.unesp.br/SPRACE/), e das Colaborações Internacionais DZero do Fermilab (até janeiro de 2011) e CMS do CERN. (Fonte: Currículo Lattes)

Bolsas no país
Bolsas no exterior
Apoio FAPESP em números*
*Quantidades atualizadas em 25/05/2019
Colaboradores mais frequentes em auxílios e bolsas FAPESP
Contate o Pesquisador

Este canal da BV/FAPESP deve ser utilizado tão somente para mensagens, referentes aos projetos científicos financiados pela FAPESP.


 

 

 

 

Palavras-chave utilizadas pelo pesquisador
Videos relacionados aos auxílios à pesquisa e bolsas

SP Pesquisa - Bóson de Higgs - 2º Bloco

Publicado em 2 de maio de 2015 - SP Pesquisa - Bóson de Higgs - 2º Bloco. Em março de 2013, as manchetes do mundo todo se voltaram à descoberta do bóson de Higgs. Era a peça que faltava para completar o Modelo Padrão da Física de Partículas, o arcabouço teórico que explica de que são feitas todas as coisas que são vistas na natureza - dos átomos do nosso corpo às reações nucleares no coração das estrelas. A descoberta foi feita no LHC (o maior acelerador de partículas do mundo), na Suíça. O Brasil teve certa participação, ao colaborar para o processamento da montanha de dados vindos dos aceleradores, compondo uma sofisticada rede computacional chamada SPRACE, montada na UNESP com financiamento FAPESP. O programa apresenta tal participação e explica o que é o campo de Higgs, onde está o bóson e por que a descoberta é tão relevante.

Mapa da distribuição dos acessos desta página
Para ver o sumário de acessos desta página, clique aqui.
Por favor, reporte erros na informação da página do pesquisador escrevendo para: cdi@fapesp.br.
X

Reporte um problema na página


Detalhes do problema: