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Manoel Mourivaldo Santiago Almeida

CV Lattes ORCID


Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH)  (Instituição-sede da última proposta de pesquisa)
País de origem: Brasil

Professor titular da Universidade de São Paulo - USP (onde atua desde 2004). Chefe do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas (2022-2024). Exerceu essa função de 2017 a 2021. Coordenou o programa de pós-graduação Filologia e Língua Portuguesa (2007-2010). Fez graduação em Letras-Português/Francês (1985-1989) e especialização em Linguística (1992-1993) na Universidade Federal de Mato Grosso-UFMT; doutorado direto em Letras: Filologia e Língua Portuguesa (1996-2000) e Livre-Docência em Fonética e Fonologia do Português (2009) na USP; tem formação complementar em Dialetologia Portuguesa (1998) na Universidade de Lisboa-IL; pós-doutorado em Crítica Textual (2013-2015) na Universidade Federal de Minas Gerais-UFMG; Fez estágio em pesquisa dialetológica (2021-2022) na Universidade de Augsburg-UNIA, Alemanha, onde atou como pesquisador convidado. Foi professor de Latim e Língua Portuguesa na PUC/SP (1996-1997) e na UFMT (1990-2004) - onde foi chefe do Departamento de Letras (1994-1995), diretor do Instituto de Linguagens (1995-1996) e coordenador de programas de pós-graduação (2000-2004). Colabora com programas de pós-graduação na UFMT, na Universidade do Estado de Mato Grosso-UNEMAT/Sinop e Tangará da Serra, e na Universidade do Estado da Bahia-UNEB/Campus-X. Foi pesquisador responsável do Projeto Temático/FAPESP: Projeto de História do Português Paulista-PHPP/Caipira 2 (2014-2017). Coordena o projeto Atlas Linguístico do Estado de São Paulo-ALiESP (iniciado em 2021). Participa do projeto Tesouro do Léxico Patrimonial Galego e Portugués do Instituto da Língua Galega da Universidade de Santiago de Compostela-ILG/USC e do grupo de pesquisa Crítica Textual da Fundação Biblioteca Nacional-FBN. Participa da equipe Red-BayMis de las Universidad Nacional de Misiones (UNAM) y Universidad de Augsburgo (UNIA) e mantém acordo de cooperação com o projeto VerbaAlpina da Universidade de Munique (LMU), Alemanha. É bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq desde 2011 e consultor (parecerista) de revistas científicas, editoras, CNPq, CAPES e FAPESP, dentre outras fundações estaduais de amparo à pesquisa. Atua nos seguintes temas: Linguística Histórica, Crítica Textual e Filologia, Dialetologia e História da Língua Portuguesa. (Fonte: Currículo Lattes)

Matéria(s) publicada(s) na Revista Pesquisa FAPESP sobre o(a) pesquisador(a):
Un idioma bien brasileño 
Ora pois, uma língua bem brasileira 
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As marcas do português brasileiro


Publicado em 29 de abril de 2015 - Pesquisa FAPESP - A análise de documentos antigos e de entrevistas de campo ao longo dos últimos 30 anos está mostrando que o português brasileiro já pode ser considerado único, diferente do português europeu, do mesmo modo que o inglês americano é distinto do inglês britânico. O português brasileiro ainda não é, porém, uma língua autônoma: talvez seja quando acumular peculiaridades que nos impeçam de entender inteiramente o que um nativo de Portugal diz. Veja no vídeo produzido pela equipe de Pesquisa FAPESP como a expansão do português no Brasil, as variações regionais com suas possíveis explicações e as raízes das inovações da linguagem estão emergindo por meio do trabalho de diversos linguistas.

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