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Gilberto Camara Neto

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Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (Brasil). Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)  (Instituição-sede da última proposta de pesquisa)
País de origem: Brasil

Prof. Dr. Gilberto Câmara é pesquisador em Geoinformática, Análise Espacial e Modelagem do Uso da Terra, e atua como Pesquisador Colaborador Senior no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Ele é reconhecido internacionalmente por promover o acesso gratuito a dados geoespaciais e por estabelecer um monitoramento eficiente por satélite da floresta amazônica brasileira. Depois de se aposentar do INPE em junho de 2016, após 35 anos de trabalho, continua realizando atividades de P&D no INPE como pesquisador colaborador. Foi coordenador-geral de Observação da Terra do INPE de outubro de 2001 a dezembro de 2005 e diretor do INPE de dezembro de 2005 a maio de 2012. Durante seu mandato como diretor do INPE, o orçamento de investimento do instituto aumentou de R$ 90 milhões em 2004 para R$ 420 milhões em 2011 (maior orçamento da história do instituto). Quando diretor do INPE, reforçou a política industrial do INPE de contratar a indústria brasileira para fornecer tecnologia para o programa espacial. Executou mais de R$ 350 milhões em contratos industriais para o programa CBERS. Criou o Centro de Ciência do Sistema Terrestre, o Centro Regional da Amazônia e o programa de Clima Espacial, e conseguiu recursos para um novo supercomputador de alto desempenho para o INPE. Foi responsável pela política de acesso livre às imagens do satélite do INPE e da abertura para toda a sociedade dos dados de desmatamento do PRODES. Sob sua orientação, a equipe do INPE alcançou grandes avanços no monitoramento de mudanças de uso da terra usando sensoriamento remoto, levando a uma grande redução no desmatamento na Amazônia. A importante revista científica Nature chamou essa redução no desmatamento de "a maior história de sucesso ambiental em décadas". Liderou a equipe brasileira que, trabalhando em conjunto com pesquisadores do IIASA (International Institute for Applied Systems Analysis), desenvolveu os estudos técnicos que apoiaram os compromissos oficiais do governo em uso da terra na Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil ao Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas. Orientou 29 teses de doutorado e 28 dissertações de mestrado e publicou 125 artigos revisados por pares que foram citados mais de 14.000 vezes com índice h de 49 (Google Scholar, julho de 2021). Foi membro do Comitê Científico do Global Land Project de 2006 a 2011. De junho de 2013 a maio de 2015, ocupou a Catédra Brasil na Universidade de Münster (Alemanha), com apoio da agência brasileira CAPES. Como reconhecimento pelo seu trabalho, Gilberto foi indicado como Doutor honoris causa pela Universidade de Münster (Alemanha) e como Chevalier de la Ordre National du Mérite da França. Recebeu o Global Citizen Award da Global Spatial Data Infrastructure Association. É membro sênior da Association for Computing Machinery (ACM). Recebeu o prêmio William T. Pecora da NASA e USGS por "liderança no acesso amplo e aberto a dados de sensoriamento remoto". Entre 2015 a 2018, representou a Fundação de Pesquisa de São Paulo (FAPESP) no Belmont Forum de agências de fomento à pesquisa de mudanças globais e foi um dos co-presidentes do Belmont Forum (2016-2017). Foi diretor do Secretariado do Grupo de Observações da Terra (GEO), no período de julho de 2018 a junho de 2021. Como diretor do Secretariado do GEO, aplicou sua visão de Open Science para ajudar as nações em desenvolvimento a usar melhor os dados de observação da Terra para melhorar o bem-estar social e as práticas de desenvolvimento sustentável. (28/11/2021) (Fonte: Currículo Lattes)

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