| Processo: | 03/12721-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2004 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2009 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos |
| Pesquisador responsável: | Douglas Gouvêa |
| Beneficiário: | Douglas Gouvêa |
| Instituição Sede: | Escola Politécnica (EP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Porcelana Processamento de materiais cerâmicos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bone China | Dispersoes Ceramicas | Materia-Prima Renovavel | Porcelana | Processamento Ceramico |
Resumo
O Brasil é um dos maiores produtores de gado bovino do mundo com um rebanho de 151.169.226 de cabeças (dados de dezembro de 1999). A produção interna de carne bovina gera como resíduo principal os ossos com carne que são geralmente utilizados para a fabricação de sabão. Como resíduo da fabricação do sabão é gerada a farinha de osso que é utilizada como implemento agrícola ou ração animal. Este subproduto tem um baixo valor agregado no mercado brasileiro e é, de forma geral, subutilizado. A porcelana de ossos (bone china) é fabricada a pelo menos dois séculos na Inglaterra. Contudo, poucos são os países no mundo que dominam a tecnologia de fabricação deste material devido às grandes diferenças tecnológicas de produção, principalmente quando comparada à tecnologia de materiais argilosos. Este material apresenta elevada translucidez, e ao mesmo tempo, alta resistência mecânica, o que faz deste material um dos mais nobres na produção de louça de mesa. O projeto propõe desenvolver tecnologia nacional para a fabricação de porcelana de ossos. (AU)
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