| Processo: | 06/59494-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2009 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Henrique Ferreira |
| Beneficiário: | Paula Maria Moreira Martins |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 04/09173-6 - Caracterização funcional de proteínas hipotéticas de bactérias fitopatogênicas, AP.JP |
| Assunto(s): | Proteínas de fluorescência verde Microscopia de fluorescência Interação de proteínas Cancro (doença de planta) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cancro Citrico | Gfp | Interacao De Proteinas | Microscopia De Fluorescencia |
Resumo A citricultura brasileira é grandemente afetada por bactérias fitopatogênicas como Xanthomonas axonopodis pv. citri (Xac), agente causal do "cancro cítrico", que acomete todas as espécies cultivadas de citros. Não há controle eficaz para esta doença e a eliminação das plantas contaminadas e prevenção contra infecção são as únicas armas disponíveis para o citricultor. A infecção por Xac caracteriza-se por lesões em folhas, frutos e ramos, e pode, nos casos mais graves, provocar a queda de frutos e folhas. Xac (306) teve seu genoma completamente seqüenciado, onde num total de 4.313 ORFs, cerca de 1200 foram classificadas como hipotéticas conservadas (-30%), ou seja, ORFs que não possuem função definida. Estudos funcionais clássicos (como a disrupção gênica) seriam de escolha certa para se buscar a determinação de função para produtos desconhecidos, entretanto, os "projetos genoma" têm gerado uma quantidade crescente de alvos a serem analisados, o que limita a aplicação dessas metodologias clássicas e requer o desenvolvimento de técnicas capazes de processamento mais rápido e em larga escala. Dentre estas, a microscopia de fluorescência pode ser utilizada para detectar a localização de proteínas em fusão com GFP in vivo, e será aplicada pela primeira vez no estudo funcional de proteínas hipotéticas conservadas em Xac. Esta metodologia poderá fornecer indícios valiosos de função pela associação de produtos hipotéticos com estruturas e/ou fatores celulares definidos. (AU) | |
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