| Processo: | 07/08122-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2010 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Christie Ramos Andrade Leite Panissi |
| Beneficiário: | Christie Ramos Andrade Leite Panissi |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Assunto(s): | Dor Neurofisiologia Analgesia Transtornos de estresse traumático agudo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Analgesia | Dor | estresse agudo | via HO-CO-cGMP | Neurofisiologia |
Resumo
Antes de objetivar os caminhos a serem traçados pelo presente estudo faz-se necessário lembrar que o estresse é definido como estado gerado pela percepção de estímulos que provocam excitação emocional e, ao perturbarem a homeostasia, desencadeiam um processo de adaptação caracterizado, entre outras alterações, pelo aumento de secreção de adrenalina produzindo diversas manifestações sistêmicas com distúrbios fisiológicos e psicológicos. A resposta ao estresse é resultado da interação entre as características pessoais e as do meio e à percepção no que se refere à resposta. Estas respostas ao estressor estão sobrepostas em diferentes aspectos: cognitivos, comportamentais e fisiológicos. Possivelmente, todo agente físico estressante produz aumento nos níveis plasmáticos de ACTH, corticosterona e ²-endorfina, porém, nem todo agente estressante produz analgesia. Portanto, o significado biológico da analgesia é prevenir o aparecimento de comportamentos recuperativos no momento da reação de defesa do animal, a qual pode variar de minutos a horas, dependendo do agente estressante, sua severidade e dos métodos utilizados para medir a analgesia.Com relação ao gás composto monóxido de carbono (CO), alguns estudos relatam sua participação como neurotransmissor e/ou neuromodulador, além de atuar também como substância vasoativa. Recentemente foi demonstrado que o CO atua principalmente na via de ativação da guanilato ciclase solúvel (sGC), proporcionando assim, aumento nos níveis de guanosina monofosfato cíclico (cGMP). Em adição, achados na literatura demonstraram o envolvimento do CO na modulação autonômica (regulação da temperatura) que acompanha situações de estresse, porém ainda não há relatos de seu envolvimento na modulação nociceptiva.Sendo assim o presente projeto tem como objetivo avaliar o envolvimento da via HO-CO-cGMP na antinocicepção induzida pelo estresse agudo de contenção física em ratos, realizado por 60 minutos. Para atingir este objetivo, iremos investigar o efeito da administração intracerebroventricular na analgesia induzida pelo estresse agudo no teste de retirada da cauda em ratos dos seguintes compostos: zinco deuteropophyin 2,4-bis glicol (ZnDPBG, um inibidor não-seletivo da heme-oxigenase), heme-lisinato (substrato para a via HO-CO-cGMP), e por fim do inibidor da guanilato ciclase solúvel, o 1H-[1,2,4]oxadiazolo [4,3-a]quinoxaline-1-one (ODQ) após a administração de heme-lisinato.Acreditamos que com realização deste projeto poderemos expandir o conhecimento sobre a analgesia induzida pelo estresse, avaliando o envolvimento da via HO-CO-cGMP. Nosso objetivo será iniciar um campo de investigação sobre a participação do CO na analgesia induzida pelo estresse agudo, bem como a possibilidade de investigar se esta mesma via modula a hiperalgesia observada em situações de estresse crônico. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |