| Processo: | 08/04855-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Periodontia |
| Pesquisador responsável: | Silvana Regina Perez Orrico |
| Beneficiário: | Marina Montosa Belluci |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Implantodontia Deficiência de magnésio Metabolismo ósseo Implantes osseointegrados |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Deficiência de magnésio | Implantes Ósseointegrados | Metabolismo Ósseo | Implantodontia |
Resumo O magnésio (Mg+2) é essencial para a vida, sendo importante em reações enzimáticas de vários tipos celulares, além de ter um papel importante no tecido ósseo e na homeostase mineral, podendo afetar diretamente a função das células ósseas e a formação da hidroxiapatita. O entendimento de fatores associados à modificação do metabolismo ósseo é de extremo interesse na reabilitação oral com implantes osseointegrados, visto que, o contato íntimo entre o metal do implante e o tecido ósseo é fundamental para o sucesso desta forma de tratamento. Portanto, o objetivo deste estudo é de avaliar, em animais com diferentes idades, o efeito da deficiência de magnésio na dieta sobre o tecido ósseo ao redor de implantes com osseointegração estabelecida.Para isso serão utilizados 90 ratos machos, divididos em 2 grupos de acordo com a idade, sendo constituídos por animais jovens (60 dias) e adultos (150 dias). Todos os animais serão submetidos à cirurgia de instalação de implantes na tíbia direita (dia 0). Decorrido um período de 60 dias, necessário à osseointegração dos implantes, os animais de cada grupo serão subdivididos em 3 subgrupos conforme a dieta que irão receber (dieta padrão, dieta com redução de 75% da necessidade diária de magnésio e dieta com redução de 90% da necessidade diária de magnésio), a qual será administrada por mais 90 dias para instalação da deficiência mineral. Após o sacrifício, amostras de soro e urina serão avaliadas quanto aos níveis de cálcio e magnésio para constatação da instalação da deficiência mineral. Ainda nas amostras de soro, serão determinadas as concentrações de osteocalcina, paratormônio, fosfatase alcalina e IL-6. A concentração de deoxipiridinolina, um marcador de perda óssea, será avaliada na urina. Para avaliação do efeito da deficiência de Mg sobre o metabolismo ósseo será realizado PCR semi-quantitativo para os genes RANKL e OPG, em amostras do periósteo adjacente ao implante. As análises, histomorfométrica do fêmur e histométrica na tíbia, especificamente na região ao redor do implante, serão realizadas para avaliação das alterações no tecido ósseo. | |
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