| Processo: | 09/09912-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Maria Antonia Calori |
| Beneficiário: | Maria Antonia Calori |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Piracicaba |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 10/02088-4 - Micotoxinas em trigo produzido no Brasil: ocorrência e correlação com região de produção, BP.TT |
| Assunto(s): | Trigo Fusarium Zearalenona Micotoxinas Tricotecenos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Fusarium | Micotoxinas | ocorrência | tricotecenos | Trigo | zearalenona | ciência de alimentos |
Resumo
A avaliação da qualidade dos produtos agrícolas no que se refere à contaminação com micotoxinas destaca-se como um fator de grande importância em saúde pública pelo risco que representa o consumo dos alimentos por elas contaminados. Levantamentos realizados em diversas regiões do mundo evidenciam a presença de micotoxinas em trigo e produtos derivados de trigo. Desta forma, é importante a realização de estudos para avaliar a qualidade do trigo produzido no Brasil quanto à contaminação com micotoxinas, identificando tal contaminação pela origem das amostras. As informações obtidas poderão ser utilizadas no estabelecimento de programas que visam o controle e prevenção da contaminação, bem como, para subsidiar estudos de exposição humana às micotoxinas e avaliar a necessidade de se estabelecer níveis máximos aceitáveis de determinada micotoxina. Os objetivos deste trabalho são: a) avaliar o trigo produzido no Brasil, quanto à contaminação com as micotoxinas desoxinivalenol, nivalenol e zearalenona nas regiões de produção definidas pela Comissão Centro-Sul Brasileira de Pesquisa de Trigo; b) obter o mapeamento da contaminação com as micotoxinas do trigo produzido no Brasil, identificando as regiões que podem apresentar ocorrência frequente e/ou as maiores concentrações das micotoxinas e aquelas que apresentam menor risco de contaminação. Serão coletadas durante o período de 2 anos, durante as safras de produção, um total de 720 amostras de trigo (360 amostra/ano) produzido nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás. A metodologia empregada para detecção e quantificação das micotoxinas será cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE ou HPLC) empregando-se o detector de fluorescência para análise de zearalenona e detector de arranjo de diodos (UV) para desoxinivalenol e nivalenol. (AU)
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