| Processo: | 10/09565-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Maria Antonia Calori |
| Beneficiário: | Gláucia Vendramini de Souza |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Trigo Zearalenona Micotoxinas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Micotoxinas | ocorrência | Trigo | zearalenona | Micotoxinas |
Resumo A avaliação da qualidade dos produtos agrícolas no que se refere à contaminação com micotoxinas destaca-se como um fator de grande importância em saúde pública pelo risco que representa o consumo dos alimentos por elas contaminados, e de importância econômica por afetar o comércio dos produtos contaminados.Levantamentos realizados em diversas regiões do mundo evidenciam a presença de micotoxinas em trigo e produtos derivados de trigo. No Brasil são poucos os trabalhos de ocorrência de zearalenona em trigo e/ou produtos de trigo. Desta forma, é importante a realização de estudos para avaliar a qualidade do trigo produzido no Brasil quanto à contaminação com micotoxinas, identificando tal contaminação pela origem das amostras. Os objetivos deste trabalho são: a) avaliar o trigo produzido no Brasil, quanto à contaminação com a micotoxina zearalenona nas regiões de produção definidas pela Comissão Centro-Sul Brasileira de Pesquisa de Trigo; b) obter o mapeamento da contaminação com zearalenona do trigo produzido no Brasil. Serão coletadas durante o período de 1 ano, durante a safra de produção, um total de 360 amostras de trigo produzido nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás. A extração da zearalenona será realizada com a mistura acetonitrila:H20 (84:16, v/v) e purificação em coluna de fase sólida (Mycosep 224). A detecção e quantificação será cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE ou HPLC) empregando-se o detector de fluorescência. | |
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