| Processo: | 10/00994-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Ciência da Computação |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Xavier Falcão |
| Beneficiário: | Giovani Chiachia |
| Instituição Sede: | Instituto de Computação (IC). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Visão computacional Aprendizado computacional Reconhecimento facial Biometria |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aprendizado de Máquina | Biometria | Reconhecimento Facial | Visão Computacional | Visão Computacional |
Resumo Os seres humanos são especialistas natos em reconhecimento de faces, com habilidades que excedem em muito as dos métodos automatizados vigentes, especialmente em cenários não controlados, onde não há a necessidade de colaboração por parte do indivíduo sendo reconhecido. No entanto, uma característica marcante do reconhecimento de face humano é que nós somos substancialmente melhores no reconhecimento de faces familiares, provavelmente porque somos capazes de consolidar uma grande quantidade de experiência prévia com a aparência de um certo indivíduo e de fazer uso efetivo dessa experiência para nos ajudar no reconhecimento futuro. De fato, pesquisadores em psicologia têm até mesmo sugerido que a representação interna que fazemos das faces pode ser parcialmente adaptada ou otimizada para rostos familiares. Enquanto isso, a situação análoga no reconhecimento facial automatizado --- onde um grande número de exemplos de treinamento de um indivíduo estão disponíveis --- tem sido muito pouco explorada, apesar da crescente relevância dessa abordagem na era das mídias sociais. Inspirados nessas observações, nesta tese propomos uma abordagem em que a representação da face de cada pessoa é explicitamente adaptada e realçada com o intuito de reconhecê-la melhor. Apresentamos uma coleção de métodos de aprendizado que endereça e progressivamente justifica tal abordagem. Ao aprender e operar com representações específicas para face de cada pessoa, nós somos capazes de consistentemente melhorar o poder de reconhecimento dos nossos algoritmos. Em particular, nós obtemos resultados no estado da arte na base de dados PubFig83, uma desafiadora coleção de imagens instituída e tornada pública com o objetivo de promover o estudo do reconhecimento de faces familiares. Nós sugerimos que o aprendizado de representações específicas para face de cada pessoa introduz uma forma intermediária de regularização ao problema de aprendizado, permitindo que os classificadores generalizem melhor através do uso de menos --- porém mais relevantes --- características faciais. | |
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