| Processo: | 10/51995-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada |
| Pesquisador responsável: | Augusto Shinya Abe |
| Beneficiário: | Augusto Shinya Abe |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Rio Claro |
| Assunto(s): | Répteis Desenvolvimento Controle autonômico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Controle Autonomico | Desenvolvimento | Fh | Repteis | Vago |
Resumo
Em contraste com os estudos detalhados em anfíbios, aves e mamíferos, o conhecimento das mudanças morfológicas e fisiológicas que acompanham o desenvolvimento embriológico em répteis é muito pouco conhecido. Os répteis compõem um grupo polifilético e, como primeiros amniotas, têm posição chave para inferências evolutivas. Nos últimos anos, nosso grupo tem obtido importantes avanços no estudo dos ajustes cardiorrespiratórios em vários grupos vertebrados, marcadamente répteis. Várias questões chave levantadas a respeito do controle cardíaco e sua relação com os eventos ventilatórios nos remete ao desenvolvimento inicial do sistema de controle. Tais questões param pelo inexistente conhecimento acerca do desenvolvimento embrionário. Os dados gerados neste campo seriam importantes para inferências de cunho evolutivo e adaptativo para todos vertebrados. O presente projeto pretende (1) descrever e classificar fases básicas do desenvolvimento embrionário de quelônios, lagartos, serpentes e crocodilianos; (2) por sobre estas fases aferir farmacologicamente e descrever o desenvolvimento do controle autonômico da freqüência cardíaca; (3) relacionar as alterações deste desenvolvimento com as concomitantes alterações da estrutura neuoranatômica do tronco encefálico para o controle parassimpático; e por fim, (4) descrever a variabilidade de freqüência cardíaca em seus picos de freqüência antes de após a eclosão quando se inicia efetivamente os eventos mecânicos de movimentação ventilatória. (AU)
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