| Processo: | 11/51732-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Psicologia - Tratamento e Prevenção Psicológica |
| Pesquisador responsável: | Clarice Gorenstein |
| Beneficiário: | Juliana Teixeira Fiquer |
| Instituição Sede: | Instituto de Psiquiatria Doutor Antonio Carlos Pacheco e Silva (IPq). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Depressão Diagnóstico psicológico Comunicação não verbal Prognóstico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Comunicacao Nao-Verbal | Depressao | Diagnostico | Melhora Clinica | Mensuracao De Comportamento | Prognostico |
Resumo Depressão é um transtorno de humor de impacto negativo para os indivíduos e a sociedade. Evidências de problemas diagnósticos persistentes, alta recorrência, morbidade e mortalidade sugerem necessidade de melhorias em parâmetros objetivos de avaliação do transtorno. Uma área pouco investigada na depressão é o comportamento expressivo não-verbal de pacientes. A comunicação não-verbal baseia-se predominantemente em respostas automáticas e reflexas, facilitando o acesso a informações sobre estados emocionais e motivações sociais não expostas na fala. Portanto, pode atuar como ferramenta de acesso privilegiado de processos emocionais automáticos, que influenciam negativamente o estado afetivo das pessoas e a interação com o ambiente, auxiliando em avaliações diagnosticas, prognosticas e de melhora clínica. O objetivo desta pesquisa é ampliar o conhecimento sobre comportamento expressivo não-verbal na depressão. Durante entrevistas clínicas serão avaliadas diferenças: 1) na expressividade de pacientes deprimidos e controles saudáveis; 2) na expressividade de diferentes subgrupos de pacientes deprimidos; 3) no julgamento da expressividade feita pelos próprios pacientes, entrevistadores e observadores externos ao contexto clínico. Considerando que estudos de comunicação não-verbal em quadros psiquiátricos são majoritariamente realizados com amostras caucasianas, a avaliação de pacientes brasileiros também pode trazer contribuições sobre questões culturais envolvidas na expressividade de pessoas deprimidas. Os resultados contribuirão no mapeamento de variáveis expressivas relevantes no diagnóstico e tratamento do transtorno e na avaliação da eficácia/ concordância de diferentes métodos de mensuração de comportamento não-verbal em contextos clínicos. (AU) | |
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