| Processo: | 12/01484-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2014 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos |
| Pesquisador responsável: | Antonio Riul Júnior |
| Beneficiário: | Antonio Riul Júnior |
| Instituição Sede: | Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Filmes finos Materiais nanoestruturados Nanopartículas Células de combustível Microfluídica Platina Técnica de automontagem |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | filmes automontados | Grafeno | Microcélula Combustível | Nafion | nanopartículas de platina | Pedot | filmes ultrafinos nanoestruturados |
Resumo
Este projeto visa ao estudo e fabricação de filmes automontados ultrafinos e nanoestruturados (LbL, do inglês layer-by-layer) contendo PEDOT, nanopartículas de platina, grafeno e Nafion®, em diferentes combinações e arquiteturas moleculares. O objetivo principal é a busca de arquiteturas LbL que influenciem positivamente em parâmetros fundamentais de células combustíveis, como o aumento de condução protônica e diminuição da permeação de metanol em membranas de Nafion®, por exemplo, visando aumento de eficiência e durabilidade. Até o momento os filmes automontados têm sido fracamente explorados em células combustíveis, apesar de resultados recentes indicarem que a deposição de filmes LbL em membranas de Nafion® resulta em uma redução de 40% na permissividade de metanol e um aumento de quase duas vezes na condução protônica de células combustíveis, em relação ao Nafion® puro. Neste sentido, o uso de polímeros condutores é altamente promissor pela disponibilização de sítios de carga que poderão contribuir para o aumento de condutividade protônica, além de maior estabilidade química e mecânica às membranas de troca iônica em ambientes fortemente oxidativos e redutivos. Adicionalmente, pretendemos usar microfluídica e a incorporação de nanopartículas de platina para a redução de tamanho e custos envolvidos, e o uso de nanofolhas de grafeno tem se mostrado uma alternativa promissora na redução de algumas espécies químicas, além do aumento na atividade catalítica de eletrodos em células combustíveis. Nosso interesse é a aplicação dos filmes nanoestruturados no desenvolvimento de uma microcélula combustível, devido ao elevado potencial econômico e crescimento de mercado atrelado a dispositivos portáteis. O projeto será desenvolvido em colaboração com pesquisadores do laboratório Nacional de Luz Síncroton (LNLS), viabilizando equipamentos e técnicas de litografia que não dispomos na UFSCar Sorocaba. (AU)
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