| Processo: | 12/02623-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Flavio Finardi Filho |
| Beneficiário: | Flavio Finardi Filho |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Química de alimentos Bioquímica de alimentos Alimentos transgênicos Milho Zea mays Proteômica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | equivalência substancial | inocuidade dos OGMs | mapa proteico | proteômica | variedades de milho | Zea mays | Química e Bioquimica de Alimentos |
Resumo
O milho (Zea mays L.) é um dos cereais de maior emprego industrial, de uso em rações para animais e para o consumo humano, sendo por esta razão o vegetal com maior número de variedades geneticamente modificadas (GM) já lançadas no mercado mundial. Embora as questões de biossegurança dos vegetais GM estarem bem estabelecidas, ainda são objeto de dúvidas e incertezas sobre a expressão das novas proteínas, mutações indesejadas, alterações de perfis nutricionais e aparecimento de compostos tóxicos. A análise composicional comparativa tem sido a prática mais indicada para a avaliação da segurança para a alimentação humana e animal de plantas GM. No entanto, a introdução de uma nova proteína em uma planta pode levar a alterações de diferentes vias e com isso afetar modificações pós-traducionais (MPTs), podendo comprometer as propriedades dos produtos. Portanto, novas estratégias estão sendo desenvolvidas para elucidar as mudanças que ocorrem nos perfis protéicos entre as variedades convencionais e as GMs com a finalidade de ampliar as ferramentas de detecção de qualquer diferença na transcrição de proteínas. Além disso, perfis de metabólitos intracelulares devem ser avaliados para aumentar a segurança e a inocuidade alimentar. Neste contexto, a proteômica é uma técnica poderosa que fornece informação em nível molecular da variabilidade genética que é efetivamente expressa e presente no produto final destinado à alimentação. Neste projeto serão estudadas amostras de milho convencional com qualidade protéica melhorada (QPM), GM e diversas variedades de milho comum de origem brasileira e peruana destinadas à alimentação humana através de: equivalência substancial, de perfis das diferentes frações proteicas (albuminas, globulinas, prolaminas e glutelinas), padronização de condições para estabelecer mapas protéicos de cada variedade, detecção de diferenças de expressão por análise de imagens e identificação de proteínas por espectrometria de massas (MS). Estas análises proteômicas poderão ajudar na obtenção de conhecimento mais profundo das diferenças entre os mapas protéicos das variedades convencionais dos dois países, e entre estas e as variedades GM, bem como das alterações inesperadas que possam ocorrer durante o processo de modificação genética. (AU)
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