| Processo: | 13/04757-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Pesquisador responsável: | Ronaldo de Carvalho Araújo |
| Beneficiário: | Ronaldo de Carvalho Araújo |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Obesidade Diabetes mellitus tipo 2 Desenvolvimento fetal Epigênese genética Exercício físico Crianças |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | diabetes | epigenética | metabolismo | obesidade | Programação Fetal | exercício fisico |
Resumo
O aumento na prevalência da obesidade infantil é preocupante e estudos epidemiológicos têm sugerido que as primeiras experiências nutricionais podem afetar a suscetibilidade a doenças crônicas na idade adulta, tais como obesidade, hipertensão, doença cardiovascular e diabetes Tipo 2, sendo denominado de programação metabólica. As alterações no período fetal podem causar modificações na massa corporal magra, endócrina, vascular e no fluxo sanguíneo. Vários estudos vêem demonstrando que a epigenética e a programação metabólica podem ter um efeito persistente na saúde e esses podem ser transmitidos para as próximas gerações. Pouco se sabe sobre o papel do exercício físico na modulação gênica e é importante ressaltar que a falta de atividade física e baixos níveis de VO2 max são fatores de riscos para o desenvolvimento da diabetes Tipo 2. A partir das informações acima objetivamos avaliar se o exercício físico de camundongo fêmeas gestantes é capaz de modular o metabolismo da progênie. Para tanto, iremos submeter um grupo de camundongos fêmeas a um protocolo de natação. Após três semanas de adaptação ao treinamento físico 5 camundongos fêmeas serão acasaladas com machos da mesma linhagem, outras 5 não treinadas serão também acasaladas e serão as mães do grupo controle. Após o nascimento das proles, essas serão pesadas e o desenvolvimento corporal dos filhotes será acompanhado até o terceiro mês de idade quando serão desafiados com dieta hiperlipídica por 16 semanas. Após esse período de indução de obesidade variáveis metabólicas, como teste de resistência a insulina, captação de glicose, colesterol, triglicéride serão mensuradas. As expressões gênicas relacionadas ao metabolismo bem como as alterações epigenéticas envolvidas serão também avaliadas. (AU)
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