| Processo: | 14/21106-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 16 de janeiro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Teórica |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Paulo Roberto Guimarães Junior |
| Beneficiário: | Rafael Luís Galdini Raimundo |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Evolução fenotípica Metacomunidades |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | diversificação adaptativa | Especiação | Evolução fenotípica | Metacomunidades | mutualismos | traços mágicos | Interações ecológicas e modelos coevolutivos |
Resumo Entender as origens adaptativas da biodiversidade em diferentes contextos espaciais é uma questão ecológica fundamental. Usaremos modelos baseados no indivíduo para investigar como processos ecológicos moldam a diversificação ao organizar a estrutura espacial da seleção natural. Consideraremos metapopulações de espécies mutualistas cuja interação é mediada por traços fenotípicos complementares. Os mesmos fenótipos mediam a mortalidade imposta pelo ambiente abiótico, a competição intraespecífica e os acasalamentos. Usaremos a abordagem de subgrafos e simulações numéricas para investigar efeitos da topologia de redes espaciais e dos regimes seletivos sobre a diversificação. Por maior generalidade, também contrastaremos simulações de mutualismos de alta intimidade (poucos indivíduos interagentes, fortemente integrados) e de baixa intimidade (múltiplos indivíduos interagentes, pouco integrados). A especiação é esperada em sítios periféricos, ocorrendo (i) alopatricamente, por seleção estabilizadora definida por ótimos ambientais contrastantes entre sítios e (ii) simpatricamente, via seleção disruptiva gerada por competição intraespecífica. Subgrafos com alta centralização, como redes espaciais em estrela, devem ter baixa reposição espacial de espécies mesmo sob altas taxas de especiação. Maiores heterogeneidades espaciais na composição de espécies são esperadas em metapopulações com menor centralização, como redes lineares, dependendo do balanço entre o fluxo gênico e a dispersão das novas espécies. (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |