| Processo: | 15/04306-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos |
| Pesquisador responsável: | Diogo Paschoalini Volanti |
| Beneficiário: | Tarcísio Micheli Perfecto |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Materiais não metálicos Grafenos Micro-ondas Óxido de grafeno Liquefação hidrotérmica Medidas elétricas Difração por raios X Microscopia eletrônica de varredura Análise funcional Análise espectroscópica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Grafeno | Micro-ondas | Trióxido de Tungstênio | Materiais Funcionais |
Resumo O projeto de pesquisa refere-se à avaliação do efeito sinérgico do óxido de grafeno reduzido (RGO) em trióxido de tungstênio (WO3) com estrutura cristalina monoclínica nos compósitos WO3-RGO para melhorar a sensibilidade, a seletividade e o tempo de resposta de sensores de acetona. Os compósitos WO3-RGO serão sintetizados em uma única etapa a partir da cristalização hidrotérmica assistida por micro-ondas de uma dispersão contendo a solução precursora de tungstênio e diferentes concentrações em massa (ex.: 0,5; 1,0; 1,5 e 2,0%) de óxido do grafeno em pH controlado. O RGO atuará como aceptor de elétrons para facilitar a interação entre as partículas WO3 e as moléculas de acetona via interações químicas do tipo pi-pi, além de aumentar a área superficial do compósito. Os principais benefícios do RGO consistem no aumento do processo de adsorção, sensibilidade, reversibilidade e limites de detecção dos sensores. Todos os compósitos sintetizados serão caracterizados por técnicas estruturais (difratometria de raios X), morfológicas (microscopia eletrônica de varredura e transmissão), espectroscópicas (FTIR-ATR), texturais (medidas de área superficial) e térmicas (TGA e DSC). As respostas sensoras dos compósitos serão avaliadas por medidas elétricas (mudança de condutividade) na presença de ppbs ou ppms de acetona, e que pode ser correlacionado com o diagnósticos de doenças como, por exemplo, a diabetes. Como desafio, os compósitos serão testados em alta umidade relativa (ex.: de 90 a 95%) similares às condições da respiração humana. Esta proposta contará com o apoio do auxílio à pesquisa regular financiado pela FAPESP (Processo: 14/17343-0) | |
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