| Processo: | 15/04511-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2018 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Elson Longo da Silva |
| Beneficiário: | Gabriela Byzynski Soares |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/07296-2 - CDMF - Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais, AP.CEPID |
| Assunto(s): | Materiais nanoestruturados Semicondutores Grafenos Fotocatálise Heteroestruturas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | fotocatalise | Grafeno | heteroestrutura | mecanismos de degradação | semicondutores | sequestradores | Nanomateriais |
Resumo Processos fotocatalíticos têm sido extensivamente estudados devido a seu grande espectro de aplicações potenciais, entre outras a degradação de poluentes orgânicos como pesticidas e corantes. Embora o efeito de dopantes na variação da eficiência deste processo já seja conhecido, assim como o aumento da eficiência fotocatalítica por utilização de heteroestruturas, os mecanismos de redução e oxidação envolvidos na atividade fotocatalítica do mesmo assim como a utilização de heteroestruturas com grafeno ainda são pouco entendidos, e carecem de estudos mais aprofundados. Assim, a proposta central deste trabalho é a investigação das contribuições relativas de defeitos causados na rede cristalina de diferentes semicondutores por elemento dopante na produção de radicais e no processo de sensitização por moléculas orgânicas. Além da avaliação de aumento de eficiência no processo fotocatalítico utilizando heteroestruturas TiO2 e ZnO com grafeno para degradação de compostos compostos fotoativos (p.ex. Rodamina B, com absorção máxima em 564 nm) e não fotoativos (p.ex. Ametrina, absorção máxima em 230 nm), para entendimento destes efeitos no processo de sensitização, com iluminação UV e visível. Técnicas espectroscópicas e eletroanalíticas serão utilizadas para avaliar a eficiência na separação de cargas das heteroestruturas e caracterização das mesmas. (AU) | |
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