| Processo: | 16/25611-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia |
| Pesquisador responsável: | Bruna Horvath Vieira |
| Beneficiário: | Victor Luiz da Silva Rolim |
| Instituição Sede: | Escola de Engenharia de São Carlos (EESC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Agrotóxicos Impactos ambientais Riscos ambientais Conservação dos recursos naturais Minas Gerais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Análise de risco ecológico | Diagnóstico Ambiental | impactos ambientais | Município de Bom Repouso | Avaliação de Risco Ecológico |
Resumo A Avaliação de Risco Ecológico (ARE) é um método internacional de cálculo de probabilidade de ocorrência de eventos adversos a determinado ecossistema, por meio da integração de informações físicas, químicas e biológicas, permitindo a valoração do risco para o ambiente degradado. O método de ARE foi proposto pela Agência Americana de Proteção Ambiental (USEPA) durante a década de 1980 e foi reestruturado pela mesma agência em 1992. Jensen e Mesman (2006) definiram a ARE como uma técnica que calcula, a partir de processos de coleta, organização e análise de dados ambientais, a probabilidade de efeitos ecológicos adversos ocorrerem, desta forma é possível não somente apreciar a ação de agentes estressores no ecossistema como também planejar alternativas de manejo e remediação (RODRIGUEZ et al.,2011). A área de estudo selecionada é o município de Bom Repouso, localizado em Minas Gerais, que se caracteriza como um dos maiores produtores de morango e batata do Brasil. Ambas as culturas requerem o uso intensivo de agrotóxicos e seu cultivo no município é considerado uma causa potencial de impactos ambientais, principalmente pelas características físicas da região, com altitudes elevadas (1100-1700 m), intensa precipitação e declividades, que aumentam a taxa de escoamento superficial (runoff), potencializando o transporte de pesticidas e fertilizantes a partir das áreas de cultura para os mananciais e áreas não cultivadas. Este cenário vem sendo estudado desde 2005 pela equipe do Núcleo de Ecotoxicologia e Ecologia Aplicada (NEEA/EESC/USP), assim os resultados já obtidos e a realização de novos arranjos experimentais, propostas neste projeto, permitirá gerar um arcabouço de informações relevantes para a aplicação da ARE e consequentemente uma melhor gestão do uso de pesticidas em cenários brasileiros | |
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