| Processo: | 17/02485-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2019 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Metalurgia Física |
| Pesquisador responsável: | Hugo Ricardo Zschommler Sandim |
| Beneficiário: | Hugo Ricardo Zschommler Sandim |
| Instituição Sede: | Escola de Engenharia de Lorena (EEL). Universidade de São Paulo (USP). Lorena , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Lorena |
| Assunto(s): | Aço inoxidável austenítico Fusão seletiva a laser Textura Estabilidade estrutural |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aços Inoxidáveis Austeníticos | estabilidade microestrutural | Fusão seletiva a laser | Manufatura Aditiva | recristalização e crescimento de grão | textura | Transformações de fases |
Resumo
O presente projeto tem como objetivo caracterizar e avaliar a estabilidade microestrutural do aço inoxidável austenítico AISI 316L processado por fusão seletiva a laser (FSL) de pós metálicos. Os materiais processados por esta técnica de manufatura aditiva possuem microestruturas únicas que variam de acordo com as condições de processo e diferem completamente das obtidas nos processos de fabricação convencionais. Até o presente momento a literatura apresenta muito pouca informação relativa à estabilidade microestrutural dos materiais submetidos a este processo e, menos ainda, sobre o material que será utilizado neste estudo. Este cenário, aliado às crescentes perspectivas de aplicação industrial deste processo, justificam a realização deste trabalho. As atividades experimentais compreendem fabricação dos corpos-de-prova deste aço por FSL. O material será caracterizado na condição "como processado" e nas condições após recozimento isotérmico numa ampla faixa de temperaturas (300-1150oC), com ênfase na evolução da textura durante o engrossamento microestrutural e na identificação dos mecanismos envolvidos. A caracterização microestrutural será realizada por meio de medidas de tensões residuais, microdureza Vickers e microscopias ótica e eletrônica de varredura. A textura e a microtextura serão caracterizadas pelas técnicas de difração de raios X (DRX) e difração de elétrons espalhados (EBSD). (AU)
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