| Processo: | 18/02370-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Análise Toxicológica |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Denise Crispim Tavares |
| Beneficiário: | Karoline Soares de Freitas |
| Instituição Sede: | Pró-Reitoria Adjunta de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade de Franca (UNIFRAN). Franca , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 17/04138-8 - Realização de estudos químicos, analíticos, biológicos, farmacológicos e tecnológicos para preenchimento das lacunas no desenvolvimento do setor de própolis brasileiro, AP.TEM |
| Assunto(s): | Quimioprevenção Anti-inflamatórios Focos de criptas aberrantes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | atividade anti-inflamatória | atividade anti-oxidante | focos de criptas aberrantes | propolis vermelha | Quimioprevenção | teste do micronucleo | Quimioprevenção |
Resumo A própolis vermelha brasileira, produzida no estado do Alagoas, é um produto sintetizado pelas abelhas da espécie Apis mellifera a partir da coleta de exsudatos de plantas da espécie Dalbergia ecastophyllum (L) Taub., encontradas principalmente em estuários, manguezais e em vegetação de restinga. Rica em flavonoides, taninos, xantonas e terpenoides, essa própolis apresenta atividade antibacteriana, antiparasitária, antifúngica, anti-inflamatória, antioxidante e antitumoral. Considerando as propriedades biológicas desse produto natural, o presente estudo tem como objetivo avaliar o potencial quimiopreventivo do extrato hidroalcoólico da própolis vermelha (EHPV) em roedores. Para tanto, será avaliada a influência do EHPV sobre a genotoxicidade induzida pelo quimioterápico doxorrubicina, por meio do teste do micronúcleo em sangue periférico de camundongo Swiss, e sobre lesões pré-neoplásicas em cólon de ratos induzidas pelo carcinógeno 1,2-dimetilhidrazina, por meio do ensaio de focos de criptas aberrantes. No sentido de entender as vias de sinalização envolvidas nas propriedades biológicas do EHPV, as atividades anti-inflamatória e antioxidante serão analisadas por meio da expressão dos fatores de transcrição nuclear NF-kB e Nrf2, respectivamente, usando técnica de imuno-histoquímica em cólon de ratos. Além disso, a atividade anti-inflamatória também será investigada através da quantificação de óxido nítrico em macrófagos isolados dos ratos, por meio de citometria de fluxo. A toxicidade sistêmica dos tratamentos será avaliada por meio da análise de marcadores bioquímicos como alanina aminotransferase e aspartato aminotransferase nos roedores. As pesquisas com a própolis brasileira têm sido promissoras na busca de novos tratamentos, de modo que os resultados obtidos neste estudo contribuirão para um melhor entendimento das atividades biológicas e dos mecanismos de ação desse produto natural. (AU) | |
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