| Processo: | 18/25364-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Endodontia |
| Pesquisador responsável: | Mario Tanomaru Filho |
| Beneficiário: | Lívia Bueno Campi |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biomateriais Cimento de silicato Silicato tricálcico Cimentos endodônticos Anti-infecciosos Propriedades físico-químicas Microtomografia por raio X Teste de biocompatibilidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cimento de silicato de cálcio | Microtomografia por raio X | Propriedades físicas e químicas | Teste de Biocompatibilidade | Materiais Endodôntico |
Resumo Novos biomateriais à base de silicato tricálcico (C3S) são desenvolvidos para uso como materiais reparadores. Recentemente, silicato tricálcico dopado com íons flúor (C3S-F) foi desenvolvido com potencial uso como biomaterial. Subprojeto 1: O objetivo deste estudo será avaliar novos materiais à base de silicato tricálcico associado a 30% do radiopacificador óxido de zircônio (ZrO2), em comparação ao BiodentineTM. Subprojeto 2: Visa a avaliação dos cimentos BIO C Repair (Angelus®), C3S-F+ ZrO2 e MTA branco (Angelus®), comparando-os com o BiodentineTM. Subprojeto 3: Visa a avaliação dos cimentos BIO-C Pulpo (Angelus®) Bioceramic Pediatric pulp capping (cimento para pulpotomia e base de restaurações) e MTA HP Repair (Angelus®), comparando-os com o BiodentineTM. Subprojeto 4: Tubos de dentina serão preparados a partir de pré-molares humanos e preenchidos com os cimentos do Subprojeto 3 para a avaliação da alteração volumétrica e interface dentina/material em Micro-CT. Os dados obtidos para cada avaliação serão submetidos aos testes estatísticos apropriados, com nível de significância 5%. Serão avaliadas as propriedades físico-químicas, biocompatibilidade, capacidade antimicrobiana e potencial bioativo. Os testes de tempo de presa, radiopacidade e solubilidade serão baseados na norma ISO 6876. A alteração volumétrica e o escoamento serão avaliados em microtomografia computadorizada (Micro-CT). Células humanas de osteoblastos (Saos-2) serão utilizadas para análise da viabilidade celular por meio dos ensaios de MTT e Vermelho Neutro (NR), da bioatividade pela atividade da enzima fosfatase alcalina (ALP) e da presença de área mineralizada pela coloração de Vermelho de Alizarina (ARS). O ensaio de Scratch Wound-Healing será realizado para determinar os efeitos dos materiais reparadores na migração celular. Ainda, será avaliada a adesão celular na superfície dos materiais testados em Microscopia Eletrônica de Varrredura (MEV). (AU) | |
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