| Processo: | 19/20409-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Lilian Amorim |
| Beneficiário: | Manoel Penachio Gonçalves |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Mudança climática Doenças de plantas Ferrugem (doença de planta) Fitopatologia Estresse hídrico Psidium guajava |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Estresse biótico | Estresse Hídrico | Ferrugem das mirtáceas | Psidium guajava | Severidade de ferrugem | Fitopatologia - Epidemiologia |
Resumo As mudanças climáticas globais, cada vez mais evidentes na atualidade, podem provocar efeitos deletérios na produção de plantas cultivadas. Embora esse assunto seja mundialmente estudado, ainda há pouca informação sobre os impactos das mudanças climáticas no comportamento de doenças de plantas, como as ferrugens. Particularmente poucos estudos foram realizados para quantificar o dano causado por ferrugens em seus hospedeiros sob condições ambientais adversas. Esse tema precisa ser explorado, dada a importância desse grupo de doenças na produção agrícola. Segundo estimativas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), num cenário futuro, a ocorrência de temperaturas elevadas, períodos de seca e eventos extremos, será cada vez mais frequente. Já é relatado na literatura, em alguns patossistemas, que temperaturas elevadas e estresse hídrico aumentam a intensidade de doenças. A ferrugem das mirtáceas (Austropuccinia psidii) é uma importante doença da goiabeira e de outras espécies da família Myrtaceae. Apesar dessa doença representar uma ameaça global, há poucas informações sobre sua epidemiologia em goiabeira e sobre o efeito de estresses abióticos no desenvolvimento da doença. Diante desse cenário, o objetivo deste estudo é avaliar as implicações da limitação hídrica no monociclo da ferrugem da goiabeira e seus reflexos na fotossíntese do hospedeiro. Para esse fim, plantas de goiabeira envasadas serão expostas ou não a estresse biótico (A. psidii) e abiótico (limitação hídrica moderada), aplicados de maneira isolada e combinada. Para avaliar o comportamento da doença e os danos por ela causados, serão quantificados os componentes monocíclicos e as variáveis de trocas gasosas relacionadas à fotossíntese da planta. (AU) | |
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