| Processo: | 20/15095-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 05 de outubro de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Física - Física da Matéria Condensada |
| Pesquisador responsável: | Osvaldo Novais de Oliveira Junior |
| Beneficiário: | Rafael Cintra Hensel Ferreira |
| Instituição Sede: | Instituto de Física de São Carlos (IFSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 18/22214-6 - Rumo à convergência de tecnologias: de sensores e biossensores à visualização de informação e aprendizado de máquina para análise de dados em diagnóstico clínico, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 23/07812-2 - Sensor vestível para detecção multiplexada de Ca2+, ácido úrico e interleucina-6 em suor, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Física de materiais Técnicas biossensoriais Nanofilmes Nanopartículas metálicas Diagnóstico precoce |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biossensores | câncer | detecção elétrica | Detecção óptica | Nanopartículas | Física de materiais nanoestruturados visando aplicações em sensores |
Resumo A fabricação de biossensores com baixo custo e em grande escala é uma necessidade para auxiliar no diagnóstico precoce de muitas doenças, como o Câncer, e para detecção de infecções como a da COVID-19. Um método empregado para aumentar a sensibilidade e seletividade de sensores é a incorporação de nanopartículas metálicas na matriz que precede a camada ativa do biossensor. Isto geralmente é alcançado pela adsorção de nanopartículas produzidas por síntese química. Entretanto, o controle da distribuição espacial das nanopartículas preservando suas interfaces ainda é um desafio tecnológico. Neste projeto, desenvolveremos biossensores (imunossensores ou genossensores) contendo uma matriz com filmes nanoestruturados de polímeros à qual serão incorporadas nanopartículas metálicas produzidas na fase gasosa. Essa técnica de fabricação física fornece controle completo e independente da composição, tamanho, interface e distribuição espacial das nanopartículas na matriz polimérica. As interações nanopartículas-polímero serão caracterizadas com diferentes técnicas espectroscópicas. O controle na introdução das nanopartículas permitirá aprimorar a detecção tanto de material genético com o genossensor quanto de anticorpos com o imunossensor. Espera-se chegar ao protótipo de um sistema portátil, de fácil uso e baixo custo que possa ser aplicado em diagnósticos no Sistema Único de Saúde do Brasil. (AU) | |
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