| Processo: | 21/04562-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 02 de junho de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Arqueologia - Teoria e Método em Arqueologia |
| Pesquisador responsável: | Astolfo Gomes de Mello Araujo |
| Beneficiário: | Glauco Constantino Perez |
| Instituição Sede: | Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 19/18664-9 - A ocupação humana do Sudeste da América do Sul ao longo do Holoceno: uma abordagem interdisciplinar, multiescalar e diacrônica, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 23/03591-1 - Seriação como ferramenta para revelar a cronologia da cerâmica de grupos pré-coloniais do Estado de São Paulo, Brasil: fronteiras, contatos e identidades, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Arqueologia brasileira Transmissão cultural Ceramistas Cerâmica arqueológica Paisagem Pré-história Tupi-guarani São Paulo Pontal do Paranapanema (SP) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | arqueologia brasileira | Tradição TupiGuarani | Transmissão Cultural | Teoria de Transmissão Cultural |
Resumo Os grupos da Tradição Tupiguarani tem ocupado a paisagem do Estado de São Paulo nos últimos 2,5 mil anos A.P. A partir dos estudos iniciais já existentes, entende-se que São Paulo é uma área essencial para compreender a ocupação do território por grupos da Tradição Tupiguarani. Atualmente existem 274 sítios com coordenadas geográficas conhecidas para a região, dos quais apenas 40 possuem datações. A partir de pressupostos teóricos da Arqueologia Evolutiva e da teoria da transmissão cultural, é possível explorar hipóteses acerca da ocupação espacial de grupos pretéritos, assim como da continuidade temporal dos mesmos. O objetivo desse projeto é compreender a distribuição desses grupos ceramistas pretéritos, assim como suas possíveis continuidades no tempo e espaço, a partir de duas abordagens complementares aplicadas a coleções dessa região. A primeira consiste na aplicação de seriações a partir da análise dos tipos de acabamento plásticos de superfície, tipos de pasta e bordas dos fragmentos cerâmicos, em que será dada prioridade para a realização de seriações em acervos que apresentem informação cronológica e em uma segunda abordagem nos enfatizaremos nas coleções ainda sem dados cronológicos, orientadas a partir dos resultados das seriações de coleções já datadas. Dessa forma, espera-se colaborar para a construção modelos de povoamento dos grupos ceramistas no território paulista e entender como a variabilidade artefatual e sua distribuição cronológica inferida a partir de seriações e de datações podem explicar a ocupação da paisagem na pré-história. Os grupos da Tradição Tupiguarani tem ocupado a paisagem do Estado de São Paulo nos últimos 2,5 mil anos A.P. A partir dos estudos iniciais já existentes, entende-se que São Paulo é uma área essencial para compreender a ocupação do território por grupos da Tradição Tupiguarani. Atualmente existem 274 sítios com coordenadas geográficas conhecidas para a região, dos quais apenas 40 possuem datações. A partir de pressupostos teóricos da Arqueologia Evolutiva e da teoria da transmissão cultural, é possível explorar hipóteses acerca da ocupação espacial de grupos pretéritos, assim como da continuidade temporal dos mesmos. Sendo assim, o Paranapanema se configura como um cenário apropriado para a realização de estudos focados em análises teoricamente orientadas de acervos da região. O objetivo desse projeto é compreender a distribuição desses grupos ceramistas pretéritos, assim como suas possíveis continuidades no tempo e espaço, a partir de duas abordagens complementares aplicadas a coleções dessa região. A primeira consiste na aplicação de seriações a partir da análise dos tipos de acabamento plásticos de superfície, tipos de pasta e bordas dos fragmentos cerâmicos, em que será dada prioridade para a realização de seriações em acervos que apresentem informação cronológica e em uma segunda abordagem nos enfatizaremos nas coleções ainda sem dados cronológicos, orientadas a partir dos resultados das seriações de coleções já datadas. Dessa forma, espera-se colaborar para a construção modelos de povoamento dos grupos ceramistas no território paulista e entender como a variabilidade artefatual e sua distribuição cronológica inferida a partir de seriações e de datações podem explicar a ocupação da paisagem na pré-história. (AU) | |
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