| Processo: | 21/14789-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2022 |
| Situação: | Interrompido |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia Sanitária - Saneamento Ambiental |
| Pesquisador responsável: | Marcelo Zaiat |
| Beneficiário: | Allan Pretti Ogura |
| Instituição Sede: | Escola de Engenharia de São Carlos (EESC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 24/22067-4 - Avaliação da ecotoxicidade de doses subletais de cafeína e propranolol na reprodução, desenvolvimento e comportamento do anfípode de água doce Hyalella azteca, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Ecotoxicologia Indicadores biológicos Contaminantes emergentes Bioacumulação Fármacos Reatores anaeróbios |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bioindicadores | contaminantes emergentes | ecotoxicologia | Ensaio em batelada | micropoluentes | Ecotoxicologia |
Resumo Quando liberados no ambiente, os fármacos podem causar efeitos tóxicos e são passíveis de bioacumulação em diferentes organismos mesmo em baixas concentrações. Assim, esses contaminantes emergentes precisam ser removidos nas estações de tratamento de efluentes e reatores anaeróbios já apresentaram potencial para a degradação, em especial na fase acidogênica. Nesse contexto, o projeto apresentado busca avaliar a ecotoxicidade e a bioacumulação de fármacos antes e após o tratamento por biorreatores anaeróbios. Seis fármacos serão estudados: atenolol, carbamazepina, diclofenaco, ibuprofeno, propranolol e triclosan. A presente pesquisa está inserida no Projeto SABESP-FAPESP ATIVA-ETE (2020/09912-6). Na primeira etapa, a remoção dos compostos-alvo será feita em batelada para tratamento de esgoto sanitário sintético, com um sistema anaeróbio operado com separação de fases (acidogênese e metanogênese). Na segunda etapa, as amostras antes e após o sistema anaeróbio serão avaliadas em relação aos efeitos de ecotoxicidade letais e subletais com duas espécies bioindicadoras, a microalga Raphidocelis subcapitata e o cladócero Ceriodaphnia silvestrii. Na terceira etapa, a bioacumulação dos fármacos estudados nas amostras antes e após o tratamento anaeróbio será analisada para as espécies R. subcapitata, C. silvestrii, além da macrófita Salvinia auriculata e o microcrustáceo Hyalella meinerti. Portanto, os resultados podem evidenciar a aplicação de ensaios ecotoxicológicos para avaliar o tratamento por biorreatores anaeróbios. Espera-se que ocorra redução da ecotoxicidade aos organismos bioindicadores com a remoção dos fármacos. Além disso, os riscos da bioacumulação desses compostos-alvo podem indicar efeitos que não são comumente observados com espécies representativas de ambientes tropicais. (AU) | |
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