| Processo: | 22/13515-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2026 |
| Área de conhecimento: | Interdisciplinar |
| Pesquisador responsável: | Ana Claudia Muniz Renno |
| Beneficiário: | Mirian Bonifacio Silva |
| Instituição Sede: | Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 19/10228-5 - Rede interdisciplinar para o desenvolvimento biotecnológico de biomateriais de origem marinha para uso na saúde humana: acometimentos patológicos do sistema osteoarticular, AP.TEM |
| Assunto(s): | Bioprodutos Bioprocessos Anti-inflamatórios Terpenos Osteoartrite Porifera Cultura de células |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | anti-inflamatorio | esponja marinha | Osteoartrite | Terpenos | Bioprodutos e bioprocessos |
Resumo O expressivo aumento mundial da população idosa, traz consigo a elevação da incidência de doenças crônico-degenerativas, que são responsáveis por um alto índice de morbidade e mortalidade. Dentre elas, uma das com mais relevância é a osteoartrite (OA), afetando principalmente os adultos acima de 60 anos. A OA é caracterizada por perda gradual da cartilagem articular e acometimento dos tecidos periarticulares adjacentes devido ao processo inflamatório. Portanto, é de grande importância o desenvolvimento de intervenções terapêuticas inovadoras e eficazes para o tratamento dessa doença. Diante desse contexto, a biodiversidade marinha é extremamente rica para o fornecimento de substâncias biologicamente ativas e metabólitos secundários que podem ser utilizados como matéria-prima para a fabricação de medicamentos para o tratamento de diversas doenças. Um dos organismos marinhos mais promissores é a esponja, cuja estrutura é constituída por elementos com potenciais efeitos antibacterianos, antivirais e anti-inflamatórios. Portanto, o objetivo geral desta proposta é caracterizar as propriedades físico-químicas e avaliar a biocompatibilidade in vitro de componentes anti-inflamatórios (terpenos) extraídos de esponjas marinhas. Para isso, após a coleta das esponjas e extração dos terpenos, serão realizados testes de caracterização dos terpenos para posteriormente, nos estudos in vitro serem avaliadas a proliferação, viabilidade celular, genotoxicidade e atividade inflamatória em condrócitos e macrófagos. Diante do exposto, a hipótese desse projeto é que os componentes anti-inflamatórios (terpenos) extraídos da esponja marinha Dysidea Robusta sejam capazes de modular o processo inflamatório em culturas de células. Portanto, a partir desses estudos pré-clínicos, espera-se que esta proposta contribua para o desenvolvimento de novos tratamentos, mais eficazes e seguros, visando acelerar o processo de reparo tecidual e tratamento da degeneração articular. (AU) | |
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