| Processo: | 22/15586-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2027 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Físico-química |
| Pesquisador responsável: | Rômulo Augusto Ando |
| Beneficiário: | Bárbara Rani Borges |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 22/11983-4 - Espectroscopias com intensificação de sinal: nanomateriais, teoria e simulação computacional, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 24/07778-1 - Interações nanoplástico-células: análise espectroscópica e potencial de toxicidade, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Ecotoxicidade Espectroscopia Microplásticos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ecotoxicidade | Espectroscopia | microplástico | Pet | Pp | Ps | Espectroscopia |
Resumo A poluição microplástica generalizada está levantando preocupações crescentes quanto aos seus efeitosprejudiciais sobre os organismos vivos. O estabelecimento do perigo associado à ocorrência desse poluente noambiente só pode ser devidamente realizado se baseado em dados multi e interdisciplinares, com levantamentode abundância e classificação de características físicas e sobre a composição química dos microplásticos (MP). Aespectroscopia Raman e por infravermelho (FTIR) são ferramentas indispensáveis para a análise demicroplásticos. A maioria dos estudos analíticos focados em MP são baseados na detecção e identificação dospolímeros que constituem as partículas. Por outro lado, os detritos plásticos no ambiente sofrem processos dedegradação química e física que levam não apenas à fragmentação mecânica, mas também na transformaçãoquímica, aumentando o potencial tóxico dessas partículas. No presente projeto de pesquisa, os MP de referência(polietileno - PE; polipropileno - PP; poliestireno - PS; politereftalato de etileno - PET; e policloreto de vinila -PVC), com tamanho de 5 e 30 ¼m de diämtro, serão envelhecidos artificialmente em uma câmara defotoenvelhecimento, equipada com lâmpada UV, para investigar e caracterizar seus processos de degradação(foto-oxidação). Para fins comparativos, MP serão simultaneamente expostos à radiação solar natural. Paracaracterização dos MP virgens e envelhecidos, estes serão submetidos à análise por espectroscopia Raman e porFTIR, visando monitoramento extenso das etapas de degradação do material. Ao final dos períodos pré-definidosde fotoexposição (3 meses, 6 meses, 9 meses e 12 meses), os MP fotoenvelhecidos artificialmente e naturalmenteserão empregados em ensaios de toxicidade para avaliar se o envelhecimento é fator decisivo para resposta dabiota aquática. O organismo-teste que será utilizado será um crustáceo de água doce, Hyalella azteca, que seráavaliado quanto à mortalidade, ingestão, egestão e alterações bioquímicas. | |
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