| Processo: | 23/10462-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Físico-química |
| Pesquisador responsável: | Elson Longo da Silva |
| Beneficiário: | Ana Luiza de Camargo Doimo |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 25/01424-6 - Silicato de Prata Modificado a Laser para Imobilização em Resina Dentária: Avanço de Materiais Antimicrobianos impressos em 3D para Odontologia, BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Anti-infecciosos Nanotecnologia Química de materiais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | atividade antimicrobiana | irradiação com feixe de elétrons | Nanotecnologia | silicato de prata | Química de Materiais |
Resumo Microrganismos patogênicos, como o SARS-CoV-2, são uma ameaça constante para a saúde humana, pois possuem a capacidade de se adaptar ao seu hospedeiro, desenvolvendo estratégias de resistência a tratamentos comuns. Além disso, esses microrganismos podem ser facilmente transmitidos pelo ar, por superfícies contaminadas ou por fluidos corporais humanos. As superfícies contaminadas em especial, apresentam uma parcela significante de novas contaminações, fazendo com que o desenvolvimento de novas tecnologias antimicrobianas seja iminente no contexto atual. Entretanto, estas novas tecnologias precisam ser viáveis economicamente, e dessa forma meios de potencializar a atividade antimicrobiana destes materiais são de extrema importância. Este projeto, tem como objetivo principal sintetizar e potencializar a atividade antimicrobiana do semicondutor Ag6Si2O7 por meio da irradiação por elétrons em tempos distintos, a fim de se obter novas interfaces metal/semicondutor. A caracterização dos materiais obtidos, serão feitas por múltiplas técnicas físico-químicas, como difração de raios-X, técnicas espectroscópicas e microscopias eletrônicas. A atividade antimicrobiana destes materiais será previamente analisada através de testes de mínima concentração inibitória, utilizando as bactérias Escherichia coli e Staphylococcus aureus, e o fungo Candida albicans. A atividade antiviral será avaliada por meio de testes utilizando o vírus SARS-CoV-2. A citotoxicidade do material também será avaliada, através de testes de MTT utilizando células 3T3 de camundongo da linhagem Swiss. Por fim, será analisado a produção de EROs fotogerados, para se avaliar o mecanismo antimicrobiano dos novos materiais. (AU) | |
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