| Processo: | 24/20342-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas |
| Pesquisador responsável: | Fábio Pinheiro |
| Beneficiário: | Gabriel Pavan Sabino |
| Supervisor: | Juliano Sarmento Cabral |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Universität Bonn, Alemanha |
| Vinculado à bolsa: | 23/02443-9 - Flora exilada: padrões de diversidade em comunidades de plantas vasculares insulares, BP.DR |
| Assunto(s): | Ecologia vegetal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Functional traits | island rule | maritime island | Neotropics | Sky island | Tropical forest | Ecologia Vegetal |
Resumo A regra de ilhas é um padrão evolutivo observado em espécies de ilhas, onde espécies continentais pequenas tendem a se tornar maiores em ilhas, enquanto espécies continentais grandes tornam-se menores. Embora muitos estudos tenham focado nas mudanças de tamanho em animais insulares, menos atenção tem sido dada às plantas, especialmente em habitats insulares, como inselbergs marítimos e continentais. Este estudo visa testar mudanças do porte, área foliar e comprimento floral em comunidades de plantas angiospermas que habitam inselbergs marítimos e continentais no bioma da Mata Atlântica, sudeste do Brasil. Através da construção de um extenso conjunto de dados de espécimes de herbário, descrições de espécies e medições de campo, analisaremos se a insularidade promove mudanças de tamanho nos traços amostrados, comparando espécies (ou congêneres em casos de endemismo) presentes em ambientes insulares com aquelas em sistemas não-insulares, como florestas. Conduziremos regressões lineares ordinárias, testes t pareados e modelos lineares mistos (LMM) com controles filogenéticos (por exemplo, RPSF - Regressões filogenéticas de mínimos quadrados parciais) para examinar como o isolamento influencia a variação dos traços das plantas. O estudo aproveita as condições únicas dos inselbergs marítimos localizados na plataforma continental, que se tornaram ilhas verdadeiras após o isolamento pelo mar durante o último máximo glacial, bem como comparações com inselbergs continentais naturalmente isolados, ambos fornecendo experimentos naturais para testar a magnitude da regra de ilhas sob graus de isolamento contrastantes. Os resultados irão aprimorar nossa compreensão da evolução das plantas em inselbergs marítimos e continentais, contribuindo para estudos ecológicos e evolutivos mais amplos em ambientes insulares. | |
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