| Texto completo | |
| Autor(es): |
Lívia AS Moraes
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Alex H Calori
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Thiago L Factor
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Flávia RA Patrício
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Raquel Ghini
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Monica F Abreu
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Luis FV Purquerio
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Número total de Autores: 7
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| Afiliação do(s) autor(es): | [1] Instituto Agronômico - Brasil
[2] Instituto Agronômico - Brasil
[3] Polo Regional de Desenvolvimento Tecnológico dos Agronegócios do Nordeste Paulista - Brasil
[4] Instituto Biológico - Brasil
[5] Embrapa Meio Ambiente - Brasil
[6] Instituto Agronômico de Campinas - Brasil
[7] Instituto Agronômico - Brasil
Número total de Afiliações: 7
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| Tipo de documento: | Artigo Científico |
| Fonte: | Horticultura Brasileira; v. 34, n. 4, p. 463-469, 2016-12-00. |
| Resumo | |
RESUMO No sistema produtivo de baby leaf em bandejas, o substrato pode ser reutilizado até determinado número de vezes permitido por suas características químicas e físicas. No entanto, populações de patógenos como Pythium aphanidermatum e Rhizoctonia solani, que causam tombamento em alface, podem aumentar durante a reutilização desse substrato. O tratamento do substrato reutilizado em coletores solares pode ser uma opção para a sua desinfestação. Portanto, o objetivo da presente pesquisa foi verificar o efeito do reuso e solarização, em coletor solar, do substrato à base de fibra de coco na produção de alface com a finalidade baby leaf. O delineamento utilizado foi de blocos casualizados em esquema fatorial 4 (substrato sem reuso e reutilizados por uma, duas e três vezes) x 2 (com e sem solarização), em quatro repetições. No substrato de terceiro reuso, que possibilitou a maior produtividade (7,4 kg/m2), foi verificada altura da planta de 14,8 cm; 7,8 folhas; comprimento e largura da maior folha de 13,9 e 4,8 cm, respectivamente; massas fresca e seca de 3,4 e 0,21 g/planta, respectivamente; pH de 6,8; condutividade elétrica de 0,34 e 0,35 dS/m; teor de nitrogênio de 25,1 e 30,2 mg/L de NH4 + e 16,8 e 14,6 mg/L de NO3 -; densidade seca de 169 e 177 kg/m3; capacidade de retenção de água de 53 e 57% para os substratos com e sem solarização, respectivamente. Houve acréscimo na população de P. aphanidermatum, mas o tratamento no coletor solar eliminou o patógeno, e R. solani não foi detectado no substrato. Para a produção de alface baby leaf, concluiu-se que foi possível reaproveitar o substrato de fibra de coco por até três vezes e que as qualidades químicas e físicas do substrato melhoraram até o terceiro reuso, possibilitando ganho produtivo. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 11/01407-1 - Produção de baby leaf de alface em bandejas em função do reaproveitamento de substrato |
| Beneficiário: | Lívia Aguiar Sumam de Moraes |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |