| Texto completo | |
| Autor(es): |
Valéria M.M. Costa
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Múcio Flávio B. Ribeiro
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Giuliana A.F.P. Duarte
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João Fábio Soares
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Sergio S. Azevedo
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Antonio Thadeu M. Barros
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Franklin Riet-Correa
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Marcelo B. Labruna
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Número total de Autores: 8
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| Afiliação do(s) autor(es): | [1] Vet Análises, Laboratório de Diagnósticos Veterinário - Brasil
[2] Universidade Federal de Minas Gerais. Instituto de Ciências Biológicas. Departamento de Parasitologia - Brasil
[3] Universidade Federal de Campina Grande. Centro de Saúde e Tecnologia Rural. Unidade Acadêmica de Medicina Veterinária - Brasil
[4] Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Veterinária. Departamento de Patologia e Clínica Veterinária - Brasil
[5] Universidade Federal de Campina Grande. Centro de Saúde e Tecnologia Rural. Unidade Acadêmica de Medicina Veterinária - Brasil
[6] Embrapa Gado de Corte - Brasil
[7] Universidade Federal de Campina Grande. Centro de Saúde e Tecnologia Rural. Unidade Acadêmica de Medicina Veterinária - Brasil
[8] Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia. Departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal - Brasil
Número total de Afiliações: 8
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| Tipo de documento: | Artigo Científico |
| Fonte: | Pesquisa Veterinária Brasileira; v. 38, n. 4, p. 605-612, 2018-04-00. |
| Resumo | |
RESUMO: Este estudo avaliou a incidência de infecções naturais pelos agentes da tristeza parasitária bovina (TPB), Anaplasma marginale, Babesia bovis e Babesia bigemina, em bezerros nascidos em cinco fazendas do semiárido paraibano. Em cada fazenda, foram coletadas amostras de sangue de 6 a 14 bezerros a cada 14 dias durante os primeiros 12 meses de vida de cada animal. As amostras de sangue foram processadas por microhematócrito e testadas por PCR para detecção de DNA de A. marginale, B. bovis e B. bigemina. Em paralelo, foram quantificadas as infestações por carrapatos nos bovinos nas cinco fazendas, assim como as populações de tabanídeos em três fazendas. De 41 bezerros monitorados durante o primeiro ano de vida, 25 (61,0%) apresentaram PCR positivo para A. marginale, 7 (17,1%) para B. bigemina e 3 (7,3%) para B. bovis. Os valores de incidência da infecção por A. marginale variaram de 83,3% a 100% em quatro fazendas. A infecção por B. bigemina ocorreu em bezerros de apenas duas fazendas (incidências de 12,5% e 85,7%) e a por B. bovis em apenas uma (incidência de 42,8%). Em uma fazenda os 14 bezerros permaneceram negativos para A. marginale, B. bigemina e B. bovis durante os 12 meses de acompanhamento. Os resultados de PCR foram confirmados por sequenciamento de DNA de produtos amplificados. A presença de carrapatos Rhipicephalus (Boophilus) microplus foi verificada somente em duas propriedades, nas quais houve infecção por A. marginale, B. bigemina e B. bovis (este último agente em apenas uma delas). Foram capturados 930 tabanídeos no estudo, a maioria durante os períodos de chuvas na região; 70,7% dos tabanídeos corresponderam a Tabanus claripennis. Houve associação significativa entre PCR positivo para A. marginale ou B. bigemina e menores valores de hematócrito. Este estudo demonstra que, mesmo avaliando apenas cinco propriedades rurais, a incidência dos agentes da TPB ocorreu de forma heterogênea na região, corroborando o status de área de instabilidade enzoótica para TPB previamente relatado para o semiárido paraibano. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 09/53193-5 - Aspectos epidemiologicos da tristeza parasitaria bovina no estado da paraiba |
| Beneficiário: | Marcelo Bahia Labruna |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |