| Texto completo | |
| Autor(es): |
Ana Cláudia Gabriela Alexandre de Santis
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Heitor Miraglia Herrera
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Keyla Cartens Marques de Sousa
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Luiz Ricardo Gonçalves
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Nathani Cristina Baccarim Denardi
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Iara Helena Domingos
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João Bosco Vilela Campos
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Rosangela Zacarias Machado
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Marcos Rogério André
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Número total de Autores: 9
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| Afiliação do(s) autor(es): | [1] Universidade Estadual Paulista – UNESP - Brasil
[2] Univ Catolica Dom Bosco, Campo Grande, MS - Brazil
[3] Univ Estadual Paulista, Jaboticabal, SP - Brazil
[4] Universidade Estadual Paulista – UNESP - Brasil
[5] CCZ, Campo Grande, MS - Brazil
[6] Universidade Católica Dom Bosco – UCDB - Brasil
[7] Universidade Estadual Paulista – UNESP - Brasil
Número total de Afiliações: 7
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| Tipo de documento: | Artigo Científico |
| Fonte: | Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária; v. 23, n. 2, p. 231-236, 2014-06-00. |
| Resumo | |
Hemoplasmas são bactérias encontradas aderidas aos eritrócitos de felinos. A hemoplasmose felina está frequentemente associada a gatos velhos machos, sem raça definida e com acesso à rua. O presente estudo objetivou realizar a detecção molecular de espécies de hemoplasmas em gatos domiciliados e errantes em Campo Grande, estado do Mato Grosso do Sul (MS), Brasil. Entre janeiro/2013 e abril/2013, amostras de sangue foram colhidas de 151 gatos domésticos (65 errantes e 86 domiciliados) e avaliadas por PCR frente à presença de sequências do gene do 16S rRNA de hemoplasmas, seguidas de sequenciamento, análise pelo BLAST e análise filogenética. Os resultados deste estudo mostraram uma ocorrência de 36,4%. Vinte e três (15,2%) gatos mostraram-se positivos na PCR para ‘Candidatus Mycoplasma haemominutum’, 17 (11,2%) para Mycoplasma haemofelis, e 15 (9,9%) para ‘Candidatus Mycoplasma turicensis’. A co-infecção por dois ou três hemoplasmas ocorreu em 25 gatos (16,6%). Não foi observada diferença estatística significativa entre sexo e estilo de vida dos gatos amostrados e a presença de hemoplasmas. O estudo mostrou que diferentes espécies de hemoplasmas circulam na população de gatos (domiciliados e errantes) na cidade de Campo Grande, MS, Brasil. Sugere-se o diagnóstico diferencial para hemoplasmose felina em gatos que apresentam sinais clínicos inespecíficos de doença com manifestação sistêmica. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 13/06016-6 - DETECÇÃO MOLECULAR DE Bartonella sp. E HEMOPLASMAS EM AMOSTRAS DE SANGUE DE FELINOS DOMÉSTICOS DA CIDADE DE CAMPO GRANDE, ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL |
| Beneficiário: | Ana Cláudia Gabriela Alexandre de Santis |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |