| Processo: | 13/04970-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Carlos Ugrinowitsch |
| Beneficiário: | Carla da Silva Batista |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Habilidades motoras Acidentes por quedas Doença de Parkinson |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | área de secção transversa | ativação neuromuscular | equilíbrio | mecanismos inibitórios espinhais | risco de queda | severidade motora | Treinamento de Força |
Resumo Declínios neuromusculares inerentes ao processo de envelhecimento agravam as alterações motoras decorrentes da doença de Parkinson (DP), como a bradicinesia, a instabilidade postural e a rigidez muscular. Esses sintomas motores interferem drasticamente na realização das atividades da vida diária (i.e., funcionalidade) de indivíduos com DP e ocasionam quedas frequentes. Associado a esses sintomas, a diminuição na capacidade de produção de força observada nesses indivíduos também interfere negativamente na funcionalidade e, consequentemente, aumenta o risco de queda e piora a qualidade de vida dessa população. Adicionalmente, essa diminuição na capacidade de produzir força pode ser um resultado de alterações em alguns mecanismos inibitórios espinhais devido ao drive eferente anormal proveniente dos núcleos da base para a medula espinhal de indivíduos com DP. Desse modo, intervenções que possam retardar ou reverter esse quadro são de suma importância para a manutenção ou melhora da qualidade de vida desta população. Estudos prévios têm demonstrado que o treinamento de força (TF) parece ser capaz de promover neuroplasticidade cerebral e melhorar alguns déficits funcionais em indivíduos com DP através do aumento da força muscular. No entanto, os efeitos desta intervenção na capacidade de produção de força, nos mecanismos inibitórios espinhais, nos sintomas motores, na diminuição do risco de queda e na qualidade de vida de indivíduos com DP até o presente momento são desconhecidos. Por outro lado, um modelo de treinamento que também aumente a força muscular para melhorar a funcionalidade de indivíduos com DP, porém, que exija uma grande demanda proprioceptiva e de controle motor durante a sua execução, pode ser mais efetivo do que o TF para melhorar todas essas variáveis descritas anteriormente. Nesse sentido, o treinamento funcional ou TF em condições de instabilidade (TFI) parece ser bastante promissor, uma vez que indivíduos com DP realizarão exercícios de força tendo a base de suporte principal (i.e., responsável por sustentar a maior parte do peso corporal) em condições instáveis. Porém, de maneira análoga ao TF as adaptações produzidas pelo TFI nessa população também são desconhecidas. Desse modo, o objetivo do presente estudo será analisar e comparar o efeito de doze semanas do TF e TFI nas adaptações neuromusculares, na funcionalidade, nos sintomas motores, no risco de queda e na qualidade de vida de indivíduos no estágio 2 e 3 da DP e, verificar se indivíduos com DP que realizarão a intervenção do TF e do TFI se aproximarão dos indivíduos saudáveis da situação controle após as intervenções tanto nas adaptações neuromusculares quanto na funcionalidade. | |
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