| Processo: | 18/16909-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 15 de abril de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 24 de março de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Carlos Ugrinowitsch |
| Beneficiário: | Carla da Silva Batista |
| Supervisor: | Fay Horak |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Oregon Health & Science University, Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 16/13115-9 - Efeitos do treinamento de força com instabilidade sobre os desfechos clínicos, mecanismos espinhais e métricas cerebrais de indivíduos com bloqueio da marcha na doença de Parkinson, BP.PD |
| Assunto(s): | Exercício físico Marcha (locomoção) Atividade motora Desempenho motor Comprometimento cognitivo leve Doença de Parkinson |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bloqueio motor | Bold | complexidade motora | comprometimento cognitivo | mecanismo espinhal | Sintomas motores | Exercício Físico e Desfechos Clínicos na Doença de Parkinson |
Resumo O bloqueio da marcha (BM) na doença de Parkinson (DP) afeta aproximadamente 26% dos indivíduos com DP moderada e 80% dos indivíduos com DP grave sendo uma das razões mais comuns para quedas, dependência, institucionalização e qualidade de vida pobre. Evidências têm demonstrado que o BM é devido à disfunção entre o acoplamento postural (ajuste postural antecipatório [APA]) e componentes locomotores (e.g., passo). Ainda, déficits no controle espinhal e disfunção cognitiva parecem contribuir para os episódios do BM. Assim, estudos deveriam investigar os efeitos de inovadoras e potentes intervenções terapêuticas nestes parâmetros, uma vez que intervenções farmacológicas, cirúrgicas e terapêuticas (e.g., uso de pistas externas) não têm sido eficientes em diminuir os episódios de BM, principalmente quando este é avaliado através de uma medida objetiva. Portanto, o objetivo deste ensaio controlado e randomizado será analisar os efeitos de 12 semanas do treinamento de força com instabilidade (TFI) nos desfechos clínicos, mecanismos espinhais e métricas cerebrais de indivíduos com BM entre os estágios 3 e 4 da DP. Para tanto, 30 indivíduos (serão testados e treinados no estado "on" da medicação) que atenderão aos critérios de inclusão serão randomizados em dois grupos: grupo controle (GC) e grupo TFI (GTFI). Enquanto o GC continuará com sua rotina de sessões de fisioterapia durante 12 semanas, o GTFI realizará apenas exercícios com complexidade motora (i.e., sete exercícios progressivos de resistência concomitantemente com progressão de acessórios instáveis) três vezes por semana em dias não consecutivos. Antes e após as 12 semanas serão avaliados os desfechos: 1) Clínicos; 2) Mecanismos Espinhais; e 3) Métricas Cerebrais. Análises estatísticas apropriadas serão conduzidas para verificar a eficácia do TFI nos desfechos clínicos, mecanismos espinhais e métricas cerebrais. (AU) | |
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