| Processo: | 09/03111-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Pesquisa |
| Data de Início da vigência: | 04 de setembro de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 18 de setembro de 2009 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Marcos Ryotaro Hara |
| Beneficiário: | Marcos Ryotaro Hara |
| Pesquisador Anfitrião: | Peter Jager |
| Instituição Sede: | Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Senckenberg Gesellschaft für Naturforschung (SGN), Alemanha |
| Assunto(s): | Opiliona Arachnida Filogenia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Fauna Neotropical | Gonyleptidae | Laniatores | Opiliones | Sistematica | Taxonomia | Sistemática e taxonomia de Opiliones (Arachnida) |
Resumo Os opiliões são o terceiro grupo mais diverso de Arachnida, com cerca de 6.000 espécies, menos diverso apenas que Araneae e Acari. Considerando-se esse agrupamento rico em termos de espécies e o histórico taxonômico, ainda não há proposições de relações filogenéticas em termos específicos para vários agrupamentos, tornando os estudos evolutivos consideravelmente difíceis. A taxonomia do grupo é complexa e confusa devido à elevada quantidade de gêneros monotípicos e agrupamentos artificiais. A ordem possui quatro subordens, dentre estas destaca-se Laniatores pelas 4000 espécies descritas, ocorre predominantemente nas regiões tropicais, com 27 famílias, dentre as quais a de maior importância neotropical é Gonyleptidae, com mais de 800 espécies e organizada em 16 subfamílias. A subfamília Pachylinae destaca-se por ser responsável por cerca da metade da riqueza de Gonyleptidae, com 400 espécies e, segundo Pinto-da-Rocha (2002), trata-se de um agrupamento polifilético. Considerando-se a importância desse agrupamento para a fauna Neotropical, pretende-se analisá-lo através da análise cladística, seguindo a atual tendência de estudo sistemático, para corroborar ou não o seu monofiletismo, com maior ênfase para dois clados: aquele formado pelos gêneros Graphinotus, Huralvioides e Pachylus; e outro, formado por Discocyrtus, Hypophyllonomus, Nanophareus e Pachyloides. O destaque atribuído ao primeiro se deve à presença de Pachylus, que batiza o nome da subfamília, além da necessidade de esclarecer melhor a relação com as outras subfamílias consideradas basais em Gonyleptidae. Já o destaque para o segundo clado se deve principalmente ao gênero Discocyrtus, que é o maior em número de espécies (cerca de 100 espécies) dentro da subfamília. Assim, haverá necessidade de um exame mais minucioso das espécies desse agrupamento possivelmente não-monofilético para a escolha adequada dos táxons que serão incluídos na análise. Pretende-se ampliar os gêneros de Pachylinae amostrados, de maneira a esclarecer as relações com os demais táxons. Como grupos-externos, serão utilizados pelo menos dois táxons de cada subfamília considerada basal e que não tenha seu monofiletismo corroborado em Gonyleptidae, (como Tricommatinae); um representante de cada subfamília do clado relativamente mais derivado e monofilético de Gonyleptidae; além de representantes de outras famílias consideradas próximas, como Cosmetidae e Stygnidae. (AU) | |
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